<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625</id><updated>2011-07-31T07:58:55.016-03:00</updated><category term='historia design bauhaus'/><title type='text'>Espaço Design</title><subtitle type='html'>Como diz Wolfgang Welsch:
 “Assim como o século XX
foi o século da arte..

O século XXI será o século do design”</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>26</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-1726697407379032802</id><published>2010-05-25T16:06:00.003-03:00</published><updated>2010-05-25T16:15:33.763-03:00</updated><title type='text'>Qual a vantagem da garrafa plástica de origem vegetal?</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/S_wgfTDQ-rI/AAAAAAAAAHM/hm7MzdL6dqM/s1600/plantbottle1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475286969037683378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 200px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/S_wgfTDQ-rI/AAAAAAAAAHM/hm7MzdL6dqM/s200/plantbottle1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;nova garrafa da Coca-Cola&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; não tem diferença em seu desenho, cor ou logotipo. Mas um selo no rótulo indica que ela é &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;mais ecológica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Parte da composição do &lt;span style="color:#00cccc;"&gt;PET&lt;/span&gt;, um composto chamado Monoetilenoglicol (meg), tem origem no bagaço da cana-de-açúcar. Ao invés da nafta, que vem do refino do petróleo, sua produção parte do etanol. Antes de chegar ao Brasil, a PlantBottle, como foi patenteada pela empresa, já era vendida nos Estados Unidos, Canadá, Japão e Dinamarca. Todas são feitas com o álcool brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que o meg de origem renovável represente &lt;span style="color:#00cccc;"&gt;apenas 30% do total do plástico&lt;/span&gt;, a promessa é de economia significativa. A empresa afirma que a produção desta garrafa (que passa pela Índia e Indonésia ) emite 20% a menos &lt;strong&gt;de CO2 &lt;/strong&gt;do que a de uma &lt;span style="color:#00cccc;"&gt;PET&lt;/span&gt; de origem fóssil. A grande diferença está na captura do gás nas plantações de cana, no lugar da extração e refino do petróleo. Ela deve ser tamanha, que compensa seus gastos energéticos de transporte e desenvolvimento. “Deve” porque os números das emissões que comprovam a economia não são divulgados. Procurada por &lt;strong&gt;ÉPOCA&lt;/strong&gt;, a empresa diz que se baseia em análises técnicas prévias e que está no processo de confirmá-las para publicar a pegada de carbono da garrafa. Por enquanto, diz que se trata de um segredo industrial que não deve ser revelado aos concorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgar as emissões é como se entregar à concorrência? A tendência mundial indica para o caminho oposto: cada vez mais as empresas abrem seus números, e a concorrência vai atrás da transparência. De qualquer modo, a iniciativa da &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Coca-Cola&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é positiva e pioneira (para a produção de &lt;span style="color:#00cccc;"&gt;PET&lt;/span&gt;). Mas ao invés de fazer propaganda baseando-se em análises não confirmadas, a empresa poderia dar a informação por completo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Matéria retirada Blog do Planeta - EPOCA.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-1726697407379032802?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/1726697407379032802/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/05/qual-vantagem-da-garrafa-plastica-de.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/1726697407379032802'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/1726697407379032802'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/05/qual-vantagem-da-garrafa-plastica-de.html' title='Qual a vantagem da garrafa plástica de origem vegetal?'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/S_wgfTDQ-rI/AAAAAAAAAHM/hm7MzdL6dqM/s72-c/plantbottle1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-8485746706959456302</id><published>2010-05-05T14:20:00.002-03:00</published><updated>2010-05-05T14:34:26.347-03:00</updated><title type='text'>SIGNOS</title><content type='html'>O universo dos signos abrange as inumeráveis &lt;strong&gt;"coisas representativas de outras coisas":&lt;/strong&gt; estímulos e saberes que nos chegam via percepção e que passamos a conhecer e sobretudo reconhecer relacionar através da memória e dos raciocínios associativos. Sem signos não há um saber consciente de coisa alguma. O pensador da semiótica, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Charles Sanders Peirce&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, escreveu que o próprio homem é um signo, pois somente tem consciência de si mesmo, quando se reconhece como tal, pela simples experiência de ser e saber que é homem implicando este fato em discernir o "não ser" planta, pedra ou outro animal. É na dimensão da consciência e do pensamento reflexivo que o homem se reconhece como homem:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;(...) que entendemos nós por real ? (...) realidade sem representação não possui relação nem qualidade. (...) não há elemento na consciência que não possuaalgo correspondente na palavra (...) Se cada pensamento é um signo e a vida é uma corrente de pensamento, o homem é um signo (...) porque o homem é o pensamento. É difícil para o homem entender isto, pois persiste em identificar-se com a vontade, com seu poder sobre o organismo animal, a força bruta. Ora, o organismo é tão-somente um instrumento do pensamento. (PEIRCE, 1980 - p. 81/82)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;Diante da diversidade de signos, os estudiosos buscam uma forma de agrupá-los em tipos característicos. Geralmente são classificados de acordo com a maneira pela qual &lt;strong&gt;"funcionam",&lt;/strong&gt; ou seja, pela forma se alcança um entendimento através dos signos, quando estamos diante deles, em plena semiose. A classificação mais simples e largamente utilizada foi concebida por Peirce que distingue três espécies de signos aos quais correspondem três diferentes modos de semiose. &lt;strong&gt;São signos: os símbolos, os ícones e os índices ou indícios.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;PEIRCE E TIPOS DE SIGNO&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;SÍMBOLOS&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não apresentam similaridade com seu objeto - a coisa representada. Representa independente de ligação fatual com o objeto, ligações tipo causa/conseqüência. É uma convenção típica. Seu exemplo clássico: &lt;strong&gt;letras, palavras, são símbolos&lt;/strong&gt;. Também são símbolos &lt;strong&gt;figuras, objetos, gestos, quando remetem a uma idéia ou a uma significação que não tem, necessariamente, qualquer semelhança objetiva com o aquilo que simbolizam&lt;/strong&gt;, tal como a cruz simbolizando o Cristo, os dedos em V para dizer "paz e amor" ou o polegar erguido ou ainda a bandeira branca, indicando Paz ou as vestes negras ou brancas indicando luto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos acostumados com esses significados mas não podemos negar que são meras convenções consagradas pelo uso em determinadas culturas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;ÍCONES &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Aqui não existe distinção entre o representante e o objeto - o representado. O ícone representa o que representa, seja como for, pelo fato de ser como é. Representa por característica própria que possui, mesmo que seu objeto não exista. As &lt;strong&gt;imagens em geral&lt;/strong&gt;, são ícones. A imagem da lixeira, na área de trabalho do seu computador, representa a lixeira porque é de fato, a figura de uma lixeira tal como nos é possível reconhecê-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;ÍNDICES &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Indícios. São indicativos. Representam algo que não está presente e esta representação decorre de uma relação de causalidade. Todas as sugestões são índices. &lt;strong&gt;Pegadas na lama: alguém passou por aqui&lt;/strong&gt;. Diz o poeta: " ... sua alma subiu ao céu, seu corpo desceu ao mar... " , entende-se, ela morreu se atirando ao mar (Ismália, de Alphonsus Guimarães).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que complica é que o caráter do signo não é uno e nem fixo. Um mesmo signo pode ser de caráter&lt;strong&gt; simbólico, icônico e indicial&lt;/strong&gt;. Com predominância desse ou daquele caráter. Por isso, os significados são como imagens caleidoscópicas. Mudam, de acordo com a situação ou a circunstância de ocorrência da semiose. Nas circunstâncias particulares de cada ocorrência do fenômeno entendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;Exemplo:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Balança -  Dependendo das circunstâncias balança pode assumir &lt;strong&gt;diferentes significados&lt;/strong&gt;. É símbolo da &lt;strong&gt;justiça&lt;/strong&gt;, é ícone balança representando a si mesma, indício de local de &lt;strong&gt;pesagem de alimentos&lt;/strong&gt; num supermercado; indício outra vez, se a polícia encontra uma certa balança, em casa de certo suspeito, pode significar &lt;strong&gt;tráfico de drogas&lt;/strong&gt;; ou pode ser apenas um instrumento que me informa: tal homem, residente nessa casa é um químico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas palavras de Peirce:&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O representamen (...) divide-se por tricotomia em signo geral ou símbolo, índice e ícone. O Icone é um representamen que preenche essa função em virtude de característica própria que possui, mesmo que seu objeto não exista. Assim, a estátua de um centauro (...) representa um centauro (...) exista ou não o centauro. (...) Índice é representamen em virtude em virtude de uma característica que deve à existência de seu objeto, e que continuará tendo quer seja interpretado como representamen ou não. Por exemplo, um antiquado higrômetro é um índice. (...) Símbolo é um representamen que preenche sua função sem qualquer similaridade ou analogia com seu objeto e é igualmente independente de qualquer ligação factual, símbolo unicamente por ser interpretado como reresentamen. Por exemplo, uma palavra genérica, uma sentença, um livro. (PEIRCE, 1980 - p. 28)&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;GÊNESE DOS SIGNOS &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#3333ff;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Nascem os signos de associações provocadas por experiências repetidas, espontâneas ou voluntárias. As experiências são contatos e reações. Os signos são os representantes do conhecimento resultante de contatos e reações. O contato é o estímulo à &lt;strong&gt;sensação-percepção&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Reação é a ato ou pensamento decorrente do impacto do percebido&lt;/strong&gt;. O signo é o representante do conhecimento assim adquirido. Partindo de associações, reconhecemos objetos, as coisas - e também os indícios de coisas. As representações, continuamente usadas na linguagem e no entendimento pessoal, tornam-se convenções - símbolos e assim temos as três modalidades de signo que os estudiosos distinguem: &lt;strong&gt;ícones, índices e símbolos&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nascem os signos nas terceira instância do ser da consciência. A consciência inerte em indiferença sofre estímulo - contato, esse é o momento-instância, de tomada de consciência, que Peirce denomina PRIMEIRIDADE. Eis que reage, processa, registra, compara, recorda... É a REAÇÃO, segunda instância da consciência, a SEGUNDIDADE. Enfim, há um conhecimento resultante, é a REPRESENTAÇÃO, terceira instância de um ser e estar da consciência, TERCEIRIDADE, primeira manifestação do que podemos já considerar como um signo e é através dele que agarramos o conhecimento e dele tomamos posse. E tomar posse do signo é algo como tomar posse da realidade, é um possuir pelo saber.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#3366ff;"&gt;Biografia:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ECO, Umberto. Semiótica e filosofia da linguagem. Instituto Piaget, 1984.&lt;br /&gt;PEIRCE, Charles Sanders. Terceiridade degenerada. In Conferências sobre o Pragmatismo. As categorias (continuação), § 1. São Paulo: Abril Cultural, 1980. (col. Os Pensadores).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: ligiacabus.sites.uol.com.br&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-8485746706959456302?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/8485746706959456302/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/05/signos.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8485746706959456302'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8485746706959456302'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/05/signos.html' title='SIGNOS'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-8965329674691675957</id><published>2010-04-12T16:41:00.006-03:00</published><updated>2010-05-05T11:35:30.787-03:00</updated><title type='text'>ISO</title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;color:#000000;"&gt;O QUE É A ISO ?&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;ISO é a sigla da &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Organização Internacional de Normalização&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; ( International Organization for Standardization), com sede em Genebra, Suiça e que cuida da normalização ( ou normatização) em &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;nivel mundial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. A ISO cria normas nos mais diferentes segmentos, variando de normas e especificações de produtos, matérias-primas, em todas as áreas (existem normas, por exemplo , para classificação de hotéis, café, usinas nucleares, etc). A ISO ficou popularizada pela série &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#663366;"&gt;9000&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, ou seja, as normas que tratam de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;Sistemas para Gestão e Garantia da Qualidade nas empresas. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O QUE É A SÉRIE ISO 9000&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Em 1987 a ISO editou a série 9000 com o objetivo de estabelecer critérios para implantação de Sistemas de Garantia da Qualidade. A primeira versão criou uma estrutura de 3 normas sujeitas à certificação, a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;ISO 9001, 9002 e 9003&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, além da &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;ISO 9000&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; que era uma espécie de guia para seleção da norma mais adequada ao tipo de organização. Com 3 anos de atraso, a &lt;strong&gt;ABNT&lt;/strong&gt; emitiu a primeira versão ( tradução) da série no &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Brasil&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. A mesma foi "batizada" com o nome de série &lt;strong&gt;NBR 19000&lt;/strong&gt;. Em 1994, a série foi revisada, porém sem grandes modificações, apenas com uma pequena ampliação e alguns esclarecimentos em seus requisitos, mantendo a mesma estrutura , ou seja três normas sujeitas à certificação; em paralelo, agora não mais com os três anos de atraso, a ABNT revisou as normas brasileiras, adotando o nome &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;"série NBR ISO 9000"&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, alinhando-se com o resto do mundo que já adotava nomenclatura similar para suas versões nacionais (exemplo: &lt;strong&gt;na Alemanha: DIN ISO 9000&lt;/strong&gt;). Em Dezembro de 2000 a série foi totalmente revisada; além das alterações em sua estrutura, agora temos apenas uma norma sujeita à certificação, a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;ISO 9001, a norma trouxe o enfoque de gerenciamento de processos. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;font-size:130%;"&gt;Todas as empresas precisam ter ISO?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter um certificado ISO 9000 significa que uma empresa tem um Sistema gerencial &lt;strong&gt;voltado para a qualidade e que atende aos requisitos de uma norma internacional&lt;/strong&gt;. Não há obrigatoriedade para se ter a ISO 9000. As normas foram criadas para que as empresas as adotem de forma voluntária. O que acontece é que muitas empresas, passaram a exigir de seus fornecedores a implantação da ISO, como forma de reduzir seus custos de inspeção (&lt;strong&gt;teoricamente se o seu fornecedor tem um bom sistema que controla a qualidade, você não precisa ficar inspecionando os produtos que voce adquire dele&lt;/strong&gt;). Este fato, no inicio aconteceu, principalmente com as estatais (Petrobras, Eletrobras, Telebras, etc, e acabou se extendendo às grande empresas). Hoje, qualquer empresa que fornece a uma outra grande empresa, é solicitada a ter a ISO 9000. Outros segmentos de mercado, que não fornecem diretamente às empresas também adotam a ISO como forma de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;marketing&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, ou seja, ter um sistema com reconhecimento por uma entidade independente é um grande elemento de marketing. Outras implantam a ISO porque enxergam uma grande possibilidade de reduzir seus custos internos (&lt;strong&gt;esse é o grande objetivo!).&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Para que serve a ISO?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/span&gt;Em sua essência, a ISO 9000 é uma norma que visa estabelecer critérios para um adequado gerenciamento do negócio tendo como foco principal a satisfação do cliente e consumidor, através de uma série de ações, dentre as quais podemos destacar:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;A empresa precisa estar totalmente comprometida com a qualidade ( considerando qualidade = satisfação do cliente), desde os niveis mais elevados, até os operadores;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Adequado gerenciamento dos recursos humanos e materiais necessários para as operações do negócio;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Existência de procedimentos, instruções e registros de trabalho formalizando todas as atividades que afetam a qualidade; &lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;div align="left"&gt;Monitoramento dos processos através de indicadores e tomada de ações quando os objetivos pré-estabelecidos não são alcançados;&lt;/div&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p align="left"&gt;Como comentado acima, além dos aspectos exigência do cliente, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;diferencial de marketing, a ISO 9000 é uma excelente ferramenta gerencial. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Quem decide se a empresa pode ter o certificado da ISO?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois que uma empresa, seja lá porque motivo foi, decidiu implantar a ISO, ao final deste processo precisa contratar uma companhia certificadora que realizará uma auditoria a fim de verificar se a empresa atende aos requisitos da norma . Esta companhia certificadora é uma entidade independente e autorizada para realizar as auditorias (Essas autorizações, normalmente são dadas por organismos ligados ao governo, nesse caso, o&lt;strong&gt; INMETRO&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Institudo Nacional de Metrologia e Qualidade Industrial&lt;/strong&gt;. Cada país tem o seu orgão semelhante ao nosso"INMETRO" que autoriza as companhias certificadoras a realizar as auditorias. Olhando o certificado de uma empresa, pode-se observar que nele vem estampado um selo do orgão que autorizou. Estes são chamados orgãos de acreditação. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Quanto custa implantar a ISO?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depende muito do nível de organização da empresa. Empresas bem estruturadas já com o "pensamento" voltado para a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;qualidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, normalmente precisam de pouco investimento, bastando formalizar (escrever os procedimentos e instruções) as atividades. Outras, com pouca estrutura, acabam necessitando um maior investimento, muitas vezes, necessitando investir muito em &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;treinamento e até em aquisição de equipamentos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. O que é importante considerar no cálculo do investimento necessário é o quanto a empresa precisa mudar, inclusive sobre aspectos culturais, para ter um bom sistema de gestão da qualidade. Sendo assim, o investimento pode ser mínimo (apenas horas de profissionais para redigir os procedimentos), como gigantesco. Só é possível avaliar, conhecendo a empresa. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Quanto tempo leva?&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#663366;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Também é em função das características anteriores. Mas na média, com o apoio de consultores, de &lt;strong&gt;8 meses a 1 ano&lt;/strong&gt; para adequar toda a sistemática de trabalho aos requisitos da norma. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;strong&gt;Quantos funcionários são envolvidos?&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:180%;color:#663366;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A principio,&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;todos que exerçam alguma atividade que afeta a qualidade do produto ou serviço. Normalmente, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#663366;"&gt;o pessoal de vendas, engenharia, Produção, controle da qualidade, planejamento, expedição, assistência técnica e RH&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Podem eventualmente ficar de fora, o pessoal de áreas administrativas, como Finanças e contabilidade . &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;font-size:130%;color:#663366;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;color:#000000;"&gt;Empresas de serviços podem ter ISO?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Podem e já existem muitas certificadas, como por exemplo o Hospital das Clinicas da USP, hospital Einstein, alguns laboratórios de análises clínicas, hotéis, alguma agências de viagem e até empresas de consultoria, segurança patrimonial, etc.. Pode-se ver que o campo é vasto. A ultima revisão da norma foi elaborada no sentido de torna-la mais ampla e abrangente. Os &lt;strong&gt;critérios são exatamente os mesmos&lt;/strong&gt;, com as devidas adaptações. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Como escolher uma consultoria?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Existem no mercado centenas de empresas de consultoria e certamente a tarefa de escolha da empresa que vai auxilia-lo neste importante projeto não é das mais fáceis. Aconselhamos você que está neste estágio, a buscar informações da consultoria junto aos clientes onde ela já trabalhou; todo ano abrem e fecham dezenas de empresas e, portanto, o tempo que a consultoria está no mercado também é uma informação valiosa. Empresas capacitadas a auxilia-lo fazem questão de leva-lo para conhecer o trabalho realizado em diversos clientes. &lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="left"&gt;Fonte: &lt;strong&gt;SGQ Consultoria e Treinamento S/C&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-8965329674691675957?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/8965329674691675957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/04/iso.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8965329674691675957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8965329674691675957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/04/iso.html' title='ISO'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-2623095379012614764</id><published>2010-03-10T09:45:00.002-03:00</published><updated>2010-03-10T09:50:42.209-03:00</updated><title type='text'>A vez da construção SUSTENTÁVEL</title><content type='html'>Por: &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#990000;"&gt;Christian Ullman.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;Nos últimos 10 anos, o setor da construção civil tem ganhado força e importância nas ações de procura pela &lt;strong&gt;"construção sustentável".&lt;/strong&gt; O setor, um dos maiores geradores de impactos negativos no meio ambiente, avança no sentido das preocupações da sociedade e desenvolve a transformação de suas práticas e métodos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;É muito interessante ver como um dos setores industriais mais importantes está atualizando seus processos, tecnologias e estratégias para atender às necessidades e desejos da sociedade. A construção civil criou o nicho de "construção sustentável" e o mercado está respondendo rapidamente. Sendo importante destacar que as ações se iniciam nas instituições de financiamento e continuam nos escritórios ou empresas de desenvolvimento e planejamento arquitetônico, as empresas fornecedoras, as construtoras, empresas de auditoria, ong,s certificadoras, mercado imobiliário e clientes residenciais, comerciais ou corporativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;O &lt;strong&gt;setor da construção abrange todos os níveis de organização, desde a vizinhança local com problemas básicos de convivência e recoleta de resíduos até inovação tecnológica para a extração e processamento de recursos naturais.&lt;/strong&gt; Seguramente, esta ampla atuação esta acelerando os processos de incorporação, maduração e aplicação dos conceitos de sustentabilidade. Todos os agentes desta cadeia hoje têm um novo objetivo de desenvolvimento, de progresso e da melhoria da qualidade de vida da sociedade. Claro, não podemos esquecer também que a Construção Civil é um grande negócio - hoje, o motor do Brasil. E, por isso, é muito importante esta mudança voltada para as questões sociais, ambientais e culturais das comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;O uso de materiais mais sustentáveis e soluções tecnológicas inteligentes já são &lt;strong&gt;diferencial &lt;/strong&gt;de mercado para a melhoria da qualidade do ambiente interno e o conforto das novas construções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;O mercado internacional tem dois selos de certificação de maior reconhecimento e prestigio que orientam e definem o setor, dos Estados Unidos temos o LEED (Leadership in Environmental and Energy Design) e da França o HQE (Haute Qualité Environnementale). Seguindo esta tendência, no &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Brasil temos o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, atualmente a instituição de maior prestígio nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;O maior desafio do&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; CBCS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é promover o desenvolvimento sustentável, mobilizando a cadeia produtiva da construção e seus consumidores, desenvolvendo metodologias adequadas realidade brasileira para avaliação da sustentabilidade de serviços e empreendimentos e promover a elaboração de publicações e referências técnicas direcionadas às empresas e profissionais do setor.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: designbrasil.org.br.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;color:#330000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-2623095379012614764?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/2623095379012614764/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/03/vez-da-construcao-sustentavel.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/2623095379012614764'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/2623095379012614764'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/03/vez-da-construcao-sustentavel.html' title='A vez da construção SUSTENTÁVEL'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-4379292781137273351</id><published>2010-03-10T09:07:00.003-03:00</published><updated>2010-03-10T09:16:31.317-03:00</updated><title type='text'>DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO</title><content type='html'>Na economia globalizada, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#330099;"&gt;desenvolver novos produtos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é uma atividade cada vez mais importante. A competição exige das empresas o lançamento contínuo de novos produtos, para não perderem mercado para concorrentes mais agressivos. É também um desafio. Em média, de cada dez idéias para novos produtos, apenas três são desenvolvidas e somente uma é lucrativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O motivo é simples. O sucesso de um produto depende de inúmeros fatores , da empatia com os consumidores, do surgimento de novos concorrentes, do domínio de novas tecnologias ou até do ambiente econômico. E muitos desses fatores não estão sob o controle da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após o estudo de mais de 14 mil novos produtos, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;pesquisadores internacionais&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; delinearam três elementos fundamentais para o sucesso de um produto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;1. Ser orientado pelo mercado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Têm mais chances de sucesso os produtos que são especificados à partir de &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;span style="color:#000099;"&gt;necessidades&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;que se identifica no&lt;span style="color:#000099;"&gt; &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;mercado.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;Em especial, são bem sucedidos os que surpreendem positivamente seus consumidores, oferecendo vantagens claras sobre os produtos concorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;2. Planejamento e especificações prévias&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em geral são mais bem sucedidos os produtos&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;cuidadosamente planejados&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; viabilidade técnica e econômica do projeto, capital necessário para realizá-lo, como será produzido e com que equipamentos, qual será o argumento de venda, entre outros fatores. Além disso, costumam atingir mais plenamente seus objetivos os que foram bem especificados desde o início (que funções vai atender, tamanhos, potência, materiais e outros aspectos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;3. Qualidade do desenvolvimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São maiores as chances de sucesso quando a equipe responsável pelo projeto possui as qualificações necessárias para o desenvolvimento do produto e trabalha em &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000099;"&gt;cooperação &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;com o pessoal da produção e do marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte: designbrasil.org.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-4379292781137273351?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/4379292781137273351/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/03/desenvolvimento-de-produto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/4379292781137273351'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/4379292781137273351'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/03/desenvolvimento-de-produto.html' title='DESENVOLVIMENTO DE PRODUTO'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-8158920126306280636</id><published>2010-02-01T16:42:00.002-02:00</published><updated>2010-02-01T17:02:02.977-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="left"&gt;Por Fabio Mestriner.                                                &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;                                          &lt;span style="font-size:130%;color:#993399;"&gt;&lt;strong&gt; A função social da embalagem&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está se tornando lugar comum acreditar que na melhor das hipóteses a embalagem é "um mal necessário" e, na pior delas, uma inutilidade destinada a encarecer os produtos e a poluir o meio ambiente. Já existe um pouco desta visão relacionada ao design que, muitas vezes, também é considerado um acessório adicional agradável mas que "encarece" os produtos. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Esta visão equivocada,&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt; &lt;strong&gt;fruto da desinformação&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, vem ganhando terreno e precisa ser enfrentada por todos aqueles que atuam no setor ou estão ligados a embalagem nas agências e escritórios de design, nas escolas, empresas que as produzem e as utilizam em seus produtos sob pena de vermos surgir a cada dia novas iniciativas que objetivam barrar o desenvolvimento do setor e impor medidas restritivas à embalagem de maneira geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sociedade brasileira precisa conhecer a grande importância econômica e social da embalagem para o desenvolvimento do pais e a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;melhoria da qualidade de vida de sua população&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;. Os brasileiros precisam conhecer a enorme contribuição da embalagem para a saúde pública e saber que não é possível ministrar &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;medicamentos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; as pessoas que vivem em nossas milhares de cidades sem utilizar embalagens. Ninguém consegue tomar um remédio sem embalagem, basta observar uma farmácia para perceber isto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é possível &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;vacinar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; as crianças, nem garantir a sanidade dos rebanhos de animais, combater as pragas da lavoura, distribuir a &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;merenda escolar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, alimentar os trabalhadores nos restaurantes industriais e realizar um número enorme de ações de caráter sanitário e social sem a utilização intensiva de embalagens. As exportações brasileiras, que tanto têm contribuindo para o equilíbrio de nossa balança comercial, utilizam muitas embalagens, pois mais da metade de seu valor é constituido por produtos manufaturados que exigem boas embalagens, tanto para chegar em &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;perfeitas condições ao seu destino&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; como para competir nos mercados mais exigentes do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor de higiene pessoal, cosméticos e perfumaria no qual o Brasil já figura entre os maiores mercados do mundo utiliza intensivamente embalagens para levar seus produtos a todos os lares do pais permitindo as pessoas cuidarem de sua &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;higiene &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;e melhorarem sua aparência e consequentemente elevarem sua auto estima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para manter suas residências livre dos germes, da sujeira, dos ratos e dos insetos, milhões de brasileiros recorrem a embalagem dos &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;produtos de limpeza&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; para a aplicação destes produtos.&lt;br /&gt;Nas questões ambientais, onde a embalagem tem sido tão atacada, é preciso lembrar que o &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;Brasil já alcança índices bastante bons de reciclagem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; e que esta atividade ainda tem um longo caminho para evoluir no país, mas depende da melhoria da educação e das condições de saneamento básico, pois sem coleta seletiva e sem educação não se consegue dar um destino correto ao descarte nem reciclar em larga escala.&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;reciclagem de embalagem é uma atividade sócio-ambiental&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; que contribui não só para a proteção ao meio ambiente como também para a assistência social pois ela responde hoje como fonte de trabalho e renda para mais de meio milhão de brasileiros que não tem qualificação profissional e tiram desta atividade o sustento de suas famílias enquanto não conseguem voltar ao mercado de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O setor supermercadista é hoje um dos maiores geradores de empregos no país. Alguém consegue imaginar um supermercado sem embalagens?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As indústrias de &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;alimentos e bebidas respondem por cerca de 60% por cento do consumo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; total de embalagem. São indústrias de bens de primeira necessidade que dependem dela para distribuir seus produtos em todas as regiões e cidades do Brasil. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;Os habitantes do Norte e Nordeste só podem consumir os alimentos e bebidas produzidos no Sul e Sudeste por causa das embalagens que permitem que esses cheguem em perfeitas condições de consumo e vice versa com os produtos do Norte e Nordeste que chegam as demais regiões. As indústrias de alimentos não tem como funcionar sem embalagem pois é justamente esta que permite que os alimentos sejam industrializados, ampliem seu tempo de vida e sejam distribuidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderíamos enumerar mais uma série de contribuições da embalagem para as pessoas, as empresas e o país, mas acredito que os exemplos citados já dêem uma boa visão dos fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A embalagem &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#cc33cc;"&gt;não é "um mal necessário",&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; ela é um &lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;&lt;strong&gt;componente fundamental para a economia, a saúde, o emprego, o bem estar e o desenvolvimento do nosso pais &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;e isso precisa ser lembrado em todas as oportunidades, pois não existe nação desenvolvida sem uma indústria de embalagem forte que embale sua produção atenda suas necessidades internas e viabilize suas exportações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A embalagem existe para atender às necessidades e aos anseios da sociedade e com ela evolui. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc33cc;"&gt;O design é um componente fundamental na constituição das embalagens&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e tem ainda a função cultural de expressar o estágio de desenvolvimento da cultura material de um povo. Numa casa humilde pode não haver muitos objetos e equipamentos domésticos, mas certamente haverá uma porção de embalagens utilizadas não só para conter os produtos que embalam, mas, muitas vezes, a função de objetos utilitários. &lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#000000;"&gt;Afinal, quem já não bebeu água num copo de requeijão? &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;designbrasil.org.br - Fabio Mestriner.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-8158920126306280636?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/8158920126306280636/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/02/por-fabio-mestriner.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8158920126306280636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8158920126306280636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/02/por-fabio-mestriner.html' title=''/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-3090061531536420040</id><published>2010-02-01T16:00:00.008-02:00</published><updated>2010-02-01T16:20:54.423-02:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;O que é desenho industrial?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#009900;"&gt;Desenho industrial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; é o aspecto ornamental ou estético de um objeto. Pode consistir de&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;características tridimensionais, como a forma ou a superfície do objeto, ou de características&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;bidimensionais, como padrões, linhas ou cores. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Os desenhos industriais se aplicam a uma grande variedade de produtos industrializados: de relógios de pulso, jóias, moda e outros itens de luxo, a implementos industriais e médicos; desde objetos de uso doméstico, mobiliário e aparelhos elétricos, até veículos e estruturas arquitetônicas; de artigos práticos e estamparias têxteis a artigos de lazer, como brinquedos e acessórios para animais de estimação. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O Desenho Industrial se distingue da marca principalmente porque se refere à aparência do produto, que não deve ser necessariamente distintiva o que uma condição essencial da marca. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Entretanto, a marca pode se constituir de toda espécie de sinais visíveis, que podem ser ornamentais ou não, desde que sejam sempre distintivos, pois a marca deve sempre ser suscetível de distinguir os produtos e serviços de uma empresa daqueles de outra empresa. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Portanto, as funções e as justificativas da proteção do desenho industrial e da marca são bastante diferentes. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O objeto da proteção de um desenho industrial é diferente daquele de uma patente, principalmente porque o desenho industrial se refere à aparência do objeto, que não é determinada pela necessidade técnica ou funcional. O objeto da proteção da patente, em contrapartida, é determinado pela funcionalidade de um objeto ou processo, já que deve ser uma “invenção" &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Por que proteger os Desenhos Industriais? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Porque protegendo o desenho industrial, o titular do desenho passa a ter um direito, perante terceiros, sobre a cópia ou imitação não autorizadas. Em outras palavras, o titular de um desenho industrial terá o direito de impedir que terceiros, que não tenham seu consentimento, produzam, vendam ou importem artigos que possuam ou contenham um desenho que é a cópia do desenho protegido. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Como os desenhos industriais são o aspecto de um artigo que o torna esteticamente apelativo e atraente, representam um acréscimo ao valor comercial de um produto e facilitam o seu &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;marketing e comercialização.&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;Para ser protegido pela maioria das leis nacionais, um desenho industrial deve ser atrativo aos olhos. Um desenho industrial não protege quaisquer aspectos técnicos do artigo no qual está aplicado. O titular do Desenho Industrial se beneficia com o desenvolvimento industrial de seu produto e a proteção o ajuda a assegurar a justa retribuição sobre o investimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Entretanto,&lt;span style="color:#000000;"&gt; &lt;strong&gt;o consumidor e o público em geral também se beneficiam, porque a proteção do desenho industrial induz à concorrência leal e às práticas comerciais honestas, incentiva a criatividade e assim propicia o aparecimento de produtos mais atraentes esteticamente e mais diversificados. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#009900;"&gt;A proteção do desenho industrial injeta ainda a criatividade no setor industrial e produtivo, contribui para a expansão das atividades comerciais, e aumenta&lt;br /&gt;o potencial de exportação dos produtos nacionais.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Desse modo, a proteção do desenho industrial beneficia o titular, o consumidor e a economia em geral. Outra característica importante dos desenhos industriais é que podem ser relativamente simples e baratos para que sejam desenvolvidos e protegidos. Portanto, são razoavelmente acessíveis a pequenas e médias empresas, e mesmo a artistas individuais e artesãos, nos países industrializados e naqueles em desenvolvimento. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-size:180%;color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Resumo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;O desenho industrial é o aspecto ornamental ou estético de um objeto. Pode ter características &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;tridimensionais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, como a forma ou a superfície de um objeto, ou características &lt;span style="color:#009900;"&gt;&lt;strong&gt;bidimensionais&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;, como os padrões, as linhas ou a cor. Como outras formas de propriedade intelectual, pode ser protegido. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Pela proteção do desenho industrial, o titular tem a garantia do direito exclusivo contra sua cópia ou imitação desautorizadas por terceiros, durante um prazo que, na maioria das vezes, é de 5 anos com a possibilidade de renovação até o máximo de 15 a 25 anos, dependendo da legislação interna aplicável. O prazo mínimo do TRIPS é de 10 anos. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;Na maioria dos países, o desenho industrial deve ser registrado para que seja protegido pela lei específica, e em regra geral, é condição para registro que o desenho seja “novo “ou “original”. &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O conceito de novidade e originalidade todavia, pode variar de país para país&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; e mesmo o próprio processo de registro varia de país para país. Particularmente, isto pode envolver a possibilidade ou não de um exame quanto à forma e à substância do pedido de registro do desenho, especialmente para a determinação da novidade ou da originalidade. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;O desenho industrial deve ainda poder ser reproduzido através de meios industriais.&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Fonte:&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;© WIPO/OMPI&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-3090061531536420040?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/3090061531536420040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/02/o-que-e-desenho-industrial-desenho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/3090061531536420040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/3090061531536420040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2010/02/o-que-e-desenho-industrial-desenho.html' title=''/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-5364242639059195645</id><published>2009-10-27T11:49:00.004-02:00</published><updated>2009-10-27T11:59:39.837-02:00</updated><title type='text'>Leis da Gestalt</title><content type='html'>A &lt;span style="color: rgb(153, 153, 255);font-size:180%;" &gt;Teoria da Gestalt,&lt;/span&gt; em suas análises estruturais, descobriu certas leis que regem a percepção humana das formas, facilitando a compreensão das imagens e idéias. Essas leis são nada menos que conclusões sobre o comportamento natural do cérebro, quando age no processo de percepção. Os elementos constitutivos são agrupados de acordo com as características que possuem entre si, como semelhança, proximidade e outras que veremos a seguir. São estas, resumidamente, as Leis da Gestalt:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 204, 255); font-weight: bold;"&gt;PROXIMIDADE:&lt;/span&gt; Os elementos são agrupados de acordo com a distância a que se encontram uns dos outros. Logicamente, elementos que estão mais perto de outros numa região tendem a ser percebidos como um grupo, mais do que se estiverem distante de seus similares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 255);"&gt;SEMELHANÇA:&lt;/span&gt; Eventos semelhantes se agruparão entre si. Essa semelhança se dá por intensidade, cor, odor, peso, tamanho, forma etc. e se dá em igualdade de condições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 255);"&gt;CONTINUIDADE:&lt;/span&gt; Há uma tendência de a nossa percepção seguir uma direção para conectar os elementos de modo que eles pareçam contínuos ou fluir em uma direção específica.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 255);"&gt;&lt;br /&gt;PREGNÂNCIA:&lt;/span&gt; A mais importante de todas, possivelmente, ou pelo menos a mais sintética. Diz que todas as formas tendem a ser percebidas em seu caráter mais simples. É o princípio da simplificação natural da percepção. Quanto mais simples, mais facilmente é assimilada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 255);"&gt;EXPERIÊNCIA PASSADA: &lt;/span&gt;Esta se relaciona com o pensamento pré-Gestáltico, que via nas associações o processo fundamental da percepção da forma. A associação aqui, sim, é imprescindível, pois certas formas só podem ser compreendidas se já a conhecermos, ou se tivermos consciência prévia de sua existência. Da mesma forma, a experiência passada favorece a compreensão metonímica: se já tivermos visto a forma inteira de um elemento, ao visualizarmos somente uma parte dele reproduziremos esta forma inteira na memória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 204, 255);"&gt;CLAUSURA:&lt;/span&gt; Ou “fechamento”, o princípio de que a boa forma se completa, se fecha sobre si mesma, formando uma figura delimitada. O conceito de clausura relaciona-se ao fechamento visual, como se completássemos visualmente um objeto incompleto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A psicologia da Gestalt também fala da questão da “figura/fundo” que seria a tendência de organizar as percepções do objeto sendo visto e do fundo sobre o qual ele parece. Essa questão pode ser vista da seguinte maneira, figura seria aquilo que nós procuramos ou voltamos a atenção e fundo seria o contexto no qual a figura está inserida, como por exemplo: quando você está com fome e busca um restaurante e o encontra, a figura é o restaurante e o fundo seria a rua. Assim como as páginas para o livro, as letras para o papel&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo gráfico sobre as leis da Ges&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;talt: &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 255);"&gt;Lei da Semelhança &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A lei da semelhança defende que coisas que possuem algum tipo de semelhança parecem estar agrupadas. O agrupamento pode ocorrer tanto nos estímulos visuais quanto nos auditivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bHGlRQI/AAAAAAAAAGA/MU0zdqRhb78/s1600-h/blo1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 162px; height: 89px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bHGlRQI/AAAAAAAAAGA/MU0zdqRhb78/s200/blo1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397277646631814402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Itens que são similares tendem a ser agrupados juntos.&lt;br /&gt;Na imagem acima, a maioria das pessoas vê colunas verticais de círculos e quadros.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 255);"&gt;&lt;br /&gt;Lei da Pregnância&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A palavra pregnância provém do termo alemão pragnanz, que tem o significado de “boa forma” ou “boa figura”. A lei da pregnância é referida como lei da boa forma ou a  lei da simplicidade. Esta lei defende que objetos no ambiente são vistos de modo que se constituam o mais simples possível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bVsRo1I/AAAAAAAAAGI/hnQ8vd1fETw/s1600-h/blo2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 134px; height: 77px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bVsRo1I/AAAAAAAAAGI/hnQ8vd1fETw/s200/blo2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397277650548007762" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A realidade é organizada ou reduzida à forma mais simples possível.&lt;br /&gt;Por exemplo, nós vemos a imagem acima preferivel&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;me&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;nte como uma série de círculos, ao invés de uma forma muito mais complexa.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 255);"&gt;&lt;br /&gt;Lei da Proximidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a lei da proximidade, as coisas que estão próximas umas das outras parecem formar um grupo só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bl1iJCI/AAAAAAAAAGQ/ipzvh-xbmS8/s1600-h/blo3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 195px; height: 118px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bl1iJCI/AAAAAAAAAGQ/ipzvh-xbmS8/s200/blo3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397277654881805346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Objetos próximos um do outro tendem a ser agrupados&lt;br /&gt;Os círculos da esquerda parecem estar agrupados em colunas verticais, enquanto os da direita aparentam estar agrupados em fileiras horizontais.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 255);"&gt;&lt;br /&gt;Lei da Continuidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A lei da continuidade defende que que pontos que estão conectados por linhas retas ou curvas são vistas de modo que sigam o caminho mais suave. Ao invés de ver linhas e ângulos separados, as linhas são vistas como estando agrupados juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bnZoFvI/AAAAAAAAAGY/tEmwVS9srvQ/s1600-h/blo4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 164px; height: 120px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bnZoFvI/AAAAAAAAAGY/tEmwVS9srvQ/s200/blo4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397277655301625586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;As linhas são vistas seguindo o caminho mais suave&lt;br /&gt;Na imagem acima, o ramo superior é visto como continuando o primeiro segmento da linha.  Isto nos permite ver as coisas como um fluxo suave, se&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;m romper a linha de cima em múltiplas partes.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 153, 255);"&gt;Lei da Clausura&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a lei da clausura, as coisas são agrupadas juntas se elas parecem completar alguma entidade. Nossa mente freqüentemente ignora informações contraditórias e completam um fechamento na informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bySUFhI/AAAAAAAAAGg/QLc7OzbWGrQ/s1600-h/blo5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 137px; height: 119px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bySUFhI/AAAAAAAAAGg/QLc7OzbWGrQ/s200/blo5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397277658223744530" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:85%;" &gt;Objetos agrupados juntos são vistos como um todo.&lt;br /&gt;Nós tendemos a ignorar lacunas e completar linhas de contorno. Na imagem acima não há triângulos ou círculos, mas nossas mentes completam as informações faltantes para criar formas e imagens familiares.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;www.psicologado.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-5364242639059195645?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/5364242639059195645/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/10/leis-da-gestalt.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/5364242639059195645'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/5364242639059195645'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/10/leis-da-gestalt.html' title='Leis da Gestalt'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/Sub7bHGlRQI/AAAAAAAAAGA/MU0zdqRhb78/s72-c/blo1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-2741328204948383923</id><published>2009-10-26T15:15:00.009-02:00</published><updated>2009-10-26T15:29:11.618-02:00</updated><title type='text'>Memorial descritivo</title><content type='html'>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-size:180%;" &gt;memorial descritivo&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;deve conter todas as informações do projeto. A definição da &lt;span style="color: rgb(255, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;necessidade&lt;/span&gt;, a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 153, 0);"&gt;pesquisa&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; as &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 153, 0);"&gt;idéias&lt;/span&gt; e a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 153, 0);"&gt;bibliografia&lt;/span&gt;. Deve ser redigido de forma clara e organizada. Esse descritivo é o principal registro do projeto e é ele, junto com as ilustrações e/ou mockups, que serão colocados a apreciação do cliente. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conteúdo do memorial descritivo é &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;const&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ituído de quatro fontes inter-relacionadas ao objeto: &lt;/span&gt; &lt;ul style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Impressões pessoais do Designer;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Informações históricas e sobre a evolução do objeto em relação ao mercado;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Informações relacionadas à in&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;dú&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;stria e implicações técnicas, materiais, logísticas e ambientais;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Informações relacionadas ao impacto &lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;do objeto no mercado e a projeção em relação ao faturamento e marketing.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Esse conjunto de fontes não é necessariamente a única forma de relatar todo o processo criativo, uma vez que se di&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;s&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;põe de conteúdo técnico e subjetivo [criação]. Na verdade não há uma regra, é apenas uma sugestão para adquirir dados e organizá-los de forma &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);font-size:130%;" &gt;prática&lt;/span&gt;. É um processo pessoal e a forma de relatar e traduzir as informações pode ser desenvolvida através da experiência. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-size:180%;" &gt;Desenho Técnico&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;Deve transmitir com precisão a forma final d&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;o objeto. No desenho técnico não pode haver dúvidas quanto ao raciocínio&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt; do conceito e, portanto, deve conter &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;todos os detalhes, cortes, indicaçõ&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;es, aplicações e medidas de acordo com o projeto.&lt;/span&gt; Pode ser feito em uma escala maior ou menor do objeto. Geralmente o conjunto de desenhos são apresentados em pranchas contendo &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;as vistas frontal, lateral, superior e perspectiva explodida&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXbl4v9BjI/AAAAAAAAAE4/uZ8SqOiIpSs/s1600-h/desenho_tecnico.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 170px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXbl4v9BjI/AAAAAAAAAE4/uZ8SqOiIpSs/s200/desenho_tecnico.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396961172408567346" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Rendering&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;É uma das peças mais importantes da apresentação. A &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;ilustração do objeto&lt;/span&gt; é que vai impactar na decisão de fabri&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;cação. O rendering deve ter um &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;apelo visual forte&lt;/span&gt; e sempre deve apresentar o objeto em&lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt; perspectiva&lt;/span&gt; contrastando com uma composição de fundo para dar a sensaç&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ã&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;o de realidade. A perspectiva é utilizada para expressar o &lt;span style="color: rgb(255, 102, 0);"&gt;volume e detalhes do objeto com melhor entendimento&lt;/span&gt;, pois, é uma forma de apresentar a idéia dentro de um aspecto visual q&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;ue os olhos estão "acostumados" a ver. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo da ilustração não é ser realista mas expressar o volume e textura do objeto. Não é aconselhável que a ilustração seja menor que o formato A3, no caso da manual, pois o espaço é pequeno para se trabalhar com os materiais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode estar nas configurações paisagem ou retrato. &lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXb2o6u6XI/AAAAAAAAAFA/0rbQgAuXzTA/s1600-h/rend1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 129px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXb2o6u6XI/AAAAAAAAAFA/0rbQgAuXzTA/s200/rend1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396961460216588658" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXcBuI5-mI/AAAAAAAAAFI/0YLTmJltDOo/s1600-h/rend2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXcBuI5-mI/AAAAAAAAAFI/0YLTmJltDOo/s200/rend2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396961650596772450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Mockup/Maquete&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O mockup é uma forma de representação &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 102, 0);"&gt;tridimensional&lt;/span&gt; do objeto e tem grande apelo visual na apresentação. É uma “&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;cópia” o objeto proposto sem ou com alguma funcionalidade. Podem ser usados vários materiais considerando a facilidade de construção, a consistência e a textura. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXcLLKpiWI/AAAAAAAAAFQ/cxMakyz9-9s/s1600-h/mok.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 134px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXcLLKpiWI/AAAAAAAAAFQ/cxMakyz9-9s/s200/mok.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396961813007534434" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: www.brasilrender.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-2741328204948383923?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/2741328204948383923/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/10/memorial-descritivo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/2741328204948383923'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/2741328204948383923'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/10/memorial-descritivo.html' title='Memorial descritivo'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXbl4v9BjI/AAAAAAAAAE4/uZ8SqOiIpSs/s72-c/desenho_tecnico.png' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-2410190026516027863</id><published>2009-10-26T12:52:00.026-02:00</published><updated>2009-10-26T13:37:12.772-02:00</updated><title type='text'>PERCEPÇÃO</title><content type='html'>Em psicologia, neurociência e ciências cognitivas,&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);font-size:130%;" &gt; percepção&lt;/span&gt; é a função cerebral que atribui significado a estímulos sensoriais, a partir de histórico de vivências passadas. Através da percepção um indivíduo organiza e interpreta as suas impressões sensoriais para atribuir significado ao seu meio. Consiste na aquisição, interpretação, seleção e organização das informações obtidas pelos &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);font-size:130%;" &gt;sentidos&lt;/span&gt;. A percepção pode ser estudada do ponto de vista estritamente biológico ou fisiológico, envolvendo estímulos elétricos evocados pelos estímulos nos órgãos dos sentidos. Do ponto de vista psicológico ou cognitivo, a percepção envolve também os processos mentais, a memória e outros aspectos que podem influenciar na interpretação dos dados percebidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW4PQ-z68I/AAAAAAAAAEA/OyBNzo17IM4/s1600-h/blog4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW4PQ-z68I/AAAAAAAAAEA/OyBNzo17IM4/s200/blog4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396922300869372866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A percepção de cores: um dos aspectos da percepção visual.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;O estudo da percepção&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A percepção é um dos campos mais antigos da pesquisa psicológica e existem muitas teorias quantitativas e qualitativas sobre os processos &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fisiológicos e cognitivos &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;envolvidos. Os primeiros a estudar com profundidade a percepção foram Hermann von Helmholtz, Gustav Theodor Fechner e Ernst Heinrich Weber, A Lei de Weber-Fechner é uma das mais antigas relações quantitativas da psicologia experimental e quantifica a relação entre a magnitude do estímulo físico (mensurável por instrumentos) e o seu efeito percebido (relatado). Mais adiante Wilhelm Wundt fundou o primeiro laboratório de psicologia experimental em Leipzig em 1879.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na filosofia, a percepção e seu efeito no conhecimento e aquisição de informações do mundo é objeto de estudo da filosofia do conhecimento ou epistemologia. Em geral a percepção visual foi base para diversas teorias científicas ou filosóficas. Newton e Goethe estudaram a percepção de cores e algumas escolas, como a &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Gestalt&lt;/span&gt;, surgida no Século XIX e escolas mais recentes, como a fenomenologia e o existencialismo baseiam toda a sua teoria na percepção do mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;Percepção e realidade&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na psicologia, o estudo da percepção é de extrema importância porque o comportamento das pessoas é baseado na interpretação que fazem da realidade e não na realidade em si. Por este motivo, a percepção do mundo é diferente para cada um de nós, cada pessoa percebe um objeto ou uma situação de acordo com os aspectos que têm especial importância para si própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos psicólogos cognitivos e filósofos de diversas escolas, sustentam a tese de que, ao transitar pelo mundo, as pessoas criam um modelo mental de como o mundo funciona (paradigma. Ou seja, elas sentem o mundo real, mas o mapa sensorial que isso provoca na mente é provisório, da mesma forma que uma hipótese científica é provisória até ser comprovada ou refutada ou novas informações serem acrescentadas ao modelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À medida que adquirimos novas informações, nossa percepção se altera. Diversos experimentos com percepção visual demonstram que é possível notar a mudança na percepção ao adquirir novas informações. As&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt; ilusões de óptica&lt;/span&gt; e alguns jogos, como o dos sete erros se baseiam nesse fato. Algumas imagens ambíguas são exemplares ao permitir ver objetos diferentes de acordo com a interpretação que se faz. Em uma "imagem mútável", não é o estímulo visual que muda, mas apenas a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;interpretação&lt;/span&gt; que se faz desse estímulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como um objeto pode dar margem a múltiplas percepções, também pode ocorrer de um objeto não gerar percepção nenhuma: Se o objeto percebido não tem embasamento na realidade de uma pessoa, ela pode, literalmente, não percebê-lo. Os primeiros relatos dos colonizadores da América relataram que os índios da América Central não viram a frota naval dos colonizadores que se aproximavam em sua primeira chegada. Como os navios não faziam parte da realidade desses povos, eles simplesmente não eram capazes de percebê-los no horizonte e eles se misturavam à paisagem sem que isso fosse interpretado como uma informação a considerar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente quando as frotas estavam mais próximas é que passaram a ser visíveis. Qualquer pessoa nos dias atuais, de pé em uma praia espera encontrar barcos no mar. Eles se tornam, portanto, imediatamente visíveis, mesmo que sejam apenas pontos no horizonte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passa-se a considerar cada vez mais a importância da pessoa que percebe, durante o ato da percepção. A presença e a condição do observador modificam o fenômeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As percepções são normais se realmente correspondem àquilo que o observando &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255);font-size:180%;" &gt;vê, ouve e sente&lt;/span&gt;. Contudo, podem ser deficientes, se houver ilusões dos sentidos ou mesmo alucinações.&lt;br /&gt;Esta ambiguidade da percepção é explorada em tecnologias humanas como a camuflagem, mas também no mimetismo apresentado em diversas espécies animais e vegetais, como algumas borboletas que apresentam desenhos que se assemelham a olhos de pássaros, que assustam os predadores potenciais. Algumas flores também possuem seus órgãos sexuais em formatos atraentes para os insetos polinizadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Teorias cognitivas da percepção assumem que há uma pobreza de estímulos. Isto significa (em referência à percepção) que as sensações, sozinhas, não são capazes de prover uma descrição única do mundo. As sensações necessitam de enriquecimento, que é papel do modelo mental. Um tipo diferente de teoria é a ecologia perceptual, abordagem de James J. Gibson. Gibson rejeita a tese da pobreza de estímulos ao mesmo tempo que rejeita que a percepção seja o resultado das sensações. Ao invés disso, ele investigou quais informações são efetivamente apresentadas aos sistemas perceptivos. Ele e outros psicólogos que trabalham com esse paradigma explicam como o mundo pode ser explicado como um organismo móvel através de leis de projeção da informação sobre o mundo em matrizes de energia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW50mIqrSI/AAAAAAAAAEI/aocCJEE49Tw/s1600-h/blog5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 135px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW50mIqrSI/AAAAAAAAAEI/aocCJEE49Tw/s200/blog5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396924041714642210" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Imagem ambígua. O animal da figura pode se&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;r um coelho ou um pato. Um exemplo de "percepção mutável"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Fatores que influenciam a perc&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;e&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;pção&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O processo de percepção tem início com a atenção que não é mais do que um processo de observação seletiva, ou seja, das observações por nós efetuadas. Este processo faz com que nós percebamos alguns elementos em desfavor de outros. Deste modo, são vários os fatores que influenciam a atenção e que se encontram agrupados em duas categorias: a dos fatores externos (próprios do meio ambiente) e a dos fatores internos (próprios do nosso organismo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW6-oKNjnI/AAAAAAAAAEQ/QdHp54_Osdo/s1600-h/blog6.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 61px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW6-oKNjnI/AAAAAAAAAEQ/QdHp54_Osdo/s200/blog6.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396925313568312946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Os olhos são os órgãos responsáveis pela visão, u&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;m dos sentidos que fazem parte da percepção do mundo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt; fatores externos&lt;/span&gt; mais importantes da atenção são a&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt; intensidade&lt;/span&gt; (pois a nossa atenção é particularmente despertada por estímulos que se apresentam com grande intensidade e, é por isso, que as sirenes das ambulâncias possuem um som insistente e alto); o &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;contraste&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; (a atenção será muito mais despertada quanto mais contraste existir entre os estímulos, tal como acontece com os sinais de trânsito pintados em cores vivas e contrastantes); o &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;movimento&lt;/span&gt; que constitui um elemento principal no despertar da atenção (por exemplo, as crianças e os gatos reagem mais facilmente a brinquedos que se movem do que estando parados); e a &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;incongruência&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, ou seja, prestamos muito mais atenção às coisas absurdas e bizarras do que ao que é normal (por exemplo, na praia num dia verão prestamos mais atenção a uma pessoa que apanhe sol usando um cachecol do que a uma pessoa usando um traje de banho normal).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;fatores internos&lt;/span&gt; que mais influenciam a atenção são a&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt; motivação&lt;/span&gt; (prestamos muito mais atenção a tudo que nos motiva e nos dá prazer do que às coisas que não nos interessam); a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;experiência&lt;/span&gt; anterior ou, por outras palavras, a &lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;força do hábito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; faz com que prestemos mais atenção ao que já conhecemos e entendemos; e o &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;fenômeno social&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; que explica que a nossa natureza social faz com que pessoas de contextos sociais diferentes não prestem igual atenção aos mesmos objetos (por exemplo, os livros e os filmes a que se dá mais importância em Portugal não despertam a mesma atenção no Japão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Princípios da percepção&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na percepção das formas, as teorias da percepção reconhecem quatro princípios básicos que a influenciam:&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A tendência à estruturação ou princípio do fechamento &lt;/span&gt;- tendemos a organizar elementos que se encontram próximos uns dos outros ou que sejam semelhantes;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Segregação figura-fundo&lt;/span&gt; - explica que percebemos mais facilmente as figuras bem definidas e salientes que se inscrevem em fundos indefinidos e mal contornados (por exemplo, um cálice branco pintado num fundo preto);&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pregnância das formas ou boa forma&lt;/span&gt; - qualidade que determina a facilidade com que percebemos figuras bem formadas. Percebemos mais facilmente as formas simples, regulares, simétricas e equilibradas;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Constância perceptiva &lt;/span&gt;- se traduz na estabilidade da percepção (os seres humanos possuem uma resistência acentuada à mudança).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Em relação à percepção da profundidade, sabe-se que esta advém da interação de fatores orgânicos (características do nosso corpo) com fatores ambientais (características do meio ambiente). São exemplos dos fatores orgânicos: a acomodação do cristalino que é uma espécie de lente natural de que dispomos para focar convenientemente os objetos; e a convergência das linhas de visão (a posição das linhas altera-se sempre que olhamos para objetos situados a diferentes distâncias).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para exemplificar os&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt; fatores ambienta&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;i&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;s&lt;/span&gt; temos o princípio do contraste luz-sombra (as partes salientes dos objetos são mais claras que as restantes, em função da iluminação recebida) e a grandeza relativa (a profundidade pode ser representada variando o tamanho e a distância dos objetos pintados. Os objetos mais distantes parecem-nos mais pequenos do que aqueles que estão mais próximos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW8bqr6dWI/AAAAAAAAAEY/xl7LBZR1nRU/s1600-h/blog3.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 165px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW8bqr6dWI/AAAAAAAAAEY/xl7LBZR1nRU/s200/blog3.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396926911974372706" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Princípio da figura e fundo. Percebemos um vaso ou duas faces se entreolhando, dependendo da escolha do que é &lt;i&gt;figura&lt;/i&gt; (o tema da imagem) e o que é &lt;i&gt;fundo&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;Tipos de Percepção&lt;/span&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estudo da percepção distingue alguns tipos principais de percepção. Nos seres humanos, as formas mais desenvolvidas são a &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;percepção visual e auditiva&lt;/span&gt;, pois durante muito tempo foram fundamentais à sobrevivência da espécie (A visão e a audição eram os sentidos mais utilizados na caça e na proteção contra predadores). Também é por essa razão que as artes plásticas e a música foram as primeiras formas de arte a serem desenvolvidas por todas as civilizações, antes mesmo da invenção da escrita. As demais formas de percepção, como a &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;olfativa, gustativa e tátil,&lt;/span&gt; embora não associadas às necessidades básicas, têm importante papel na afetividade e na reprodução.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além da percepção ligada aos cinco sentidos, os humanos também possuem capacidade de percepção temporal e espacial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;visão&lt;/span&gt; é a percepção de raios luminosos pelo sistema visual. Esta é a forma de percepção mais estudada pela psicologia da percepção. A maioria dos princípios gerais da percepção foram desenvolvidos a partir de teorias especificamente elaboradas para a percepção visual. Todos os princípios da percepção citados acima, embora possam ser extrapolados a outras formas de percepção, fazem muito mais sentido em relação à percepção visual. Por exemplo, o&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt; princípio do fechamento&lt;/span&gt; é mais bem compreendido em relação a imagens do que a outras formas de percepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;A percepção visual compreende, &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;entre outras coisas:&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Percepção de formas;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Percepção de relações espaciais, c&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;omo profundidade. Relacionado à percepção espacial;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Percepção de cores;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Percepção de intensidade luminosa;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Percepção de movimentos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW9xNu2AGI/AAAAAAAAAEg/N5wEMWMLoyo/s1600-h/blog.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 150px; height: 160px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW9xNu2AGI/AAAAAAAAAEg/N5wEMWMLoyo/s200/blog.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396928381670785122" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;O triângulo de Kaniza demonstra o princípio do fechamento. Tendemos a ver um triângulo branco sobreposto à figura, como uma figura completa e fechada, embora ele só seja sugerido por falhas nas demais formas que compõem a figura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-size:100%;" &gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(51, 51, 51);"&gt; &lt;/span&gt;audição&lt;/span&gt; é a percepção de sons pelos ouvidos. A psicologia, a acústica e a psicoacústica estudam a forma como percebemos os fenômenos sonoros. Uma aplicação particularmente importante da percepção auditiva é a &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt;música&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Os princípios gerais da percepção estão presentes na música. Em geral, ela possui estruturação, boa-forma, figura e fundo (representada pela melodia e acompanhamento) e os gêneros e formas musicais permitem estabelecer uma constância perceptiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os fatores considerados no estudo da percepção auditiva estão:&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;Percepção de timbres;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;Percepção de alturas ou freqüências;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;Percepção de intensidade sonora ou volume;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;Percepção rítmica, que na verdade é uma forma de percepção temporal;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;Localização auditiva, um aspecto da percepção espacial, que permite distinguir o local de origem de um som.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;O &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;olfato&lt;/span&gt; é a percepção de odores pelo nariz. Este sentido é relativamente tênue nos humanos, mas é importante para a alimentação. A memória olfativa também tem uma grande importância afetiva. A perfumaria e a enologia são aplicações dos conhecimentos de percepção olfativa. Entre outros fatores a percepção olfativa engloba:&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;Discriminação de odores, que estuda o que diferencia um odor de outros e o efeito de sua combinação;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;O alcance olfativo.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;Em alguns &lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;animais, como os cães, a &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;perce&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 102, 255); font-weight: bold;"&gt;pção olfativa é muito mais desenvolvida&lt;/span&gt; e tem uma capacidade de discriminação e alcance muito maior que nos humanos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW_6OfofjI/AAAAAAAAAEo/-C7D3U8SrY8/s1600-h/blog1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 150px; height: 173px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW_6OfofjI/AAAAAAAAAEo/-C7D3U8SrY8/s200/blog1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396930735517498930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Perfumes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;paladar&lt;/span&gt; é o sentido de sabores pela língua. Importante para a alimentação. Embora seja um dos sentidos menos desenvolvidos nos humanos, o paladar é geralmente associado ao prazer e a sociedade contemporânea muitas vezes valoriza o paladar sobre os aspectos nutritivos dos alimentos. A arte culinária e a enologia são aplicações importantes da percepção gustativa. O principal fator desta modalidade de percepção é a discriminação de sabores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;tato&lt;/span&gt; é sentido pela pele em todo o corpo. Permitem &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;reconhecer a presença, forma e tamanho de objetos&lt;/span&gt; em contato com o corpo e também sua temperatura. Além disso, o tato é importante para o posicionamento do corpo e a proteção física.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tato não é distribuído uniformemente pelo corpo. Os &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;dedos da mão possuem uma discriminação muito maior que as demais partes&lt;/span&gt;, enquanto algumas partes são mais sensíveis ao calor. O tato tem papel importante na afetividade e no sexo. Entre os fatores presentes na percepção tátil estão:&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;Discriminação tátil, ou a capacidade de distinguir objetos de pequenos tamanhos. (Importante, por exemplo, para a leitura em Braille);&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;Percepção de calor;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;A percepção da dor.&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXBUxPXqzI/AAAAAAAAAEw/d69VkVsabSA/s1600-h/blog2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuXBUxPXqzI/AAAAAAAAAEw/d69VkVsabSA/s200/blog2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5396932291032754994" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Uma placa de sinalização em Braille&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 153);font-size:180%;" &gt;Não&lt;/span&gt; existem órgãos específicos para a percepção do&lt;span style="color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; tempo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, no entanto é certo que as pessoas são capazes de sentir a passagem do tempo. A percepção temporal esbarra no próprio conceito da natureza do tempo, assunto controverso e tema de estudos filosóficos, cognitivos e físicos, bem como o conhecimento do funcionamento do cérebro (neurociência).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt; percepção temporal&lt;/span&gt; já foi objeto de diversos estudos desde o século XIX até os dias de hoje, quando é estudado por técnicas de imagem como a ressonância magnética. Os experimentos destinam-se a distinguir diferentes tipos de fenômenos relevantes à percepção temporal:&lt;br /&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;a percepção das durações;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;a percepção e a produção de ritmos;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul style="font-weight: bold;"&gt;&lt;li&gt;a percepção da ordem temporal e da simultaneidade.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;Resta saber se estes diferentes domínios da percepção temporal procedem dos mesmos mecanismos ou não e também algumas novas considerações que decorrem da escala de tempo utilizada. Segundo o psicólogo francês Paul Fraisse, é preciso distinguir a percepção temporal (para durações relativamente curtas, até alguns segundos) e a estimativa temporal que é designada como a apreensão de longas durações (desde alguns segundos até algumas horas).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes fatores envolvem ainda os ciclos biológicos, como o ritmo circadiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como as durações, não possuímos um órgão específico para a percepção espacial, mas as distâncias entre os objetos podem ser efetivamente estimadas. Isso envolve a percepção da distância e do tamanho relativo dos objetos. A razão para separar a percepção espacial das outras modalidades repousa no fato de que aparentemente a percepção espacial é supra-modal, ou seja, é compartilhada pelas demais modalidades e utiliza elementos da percepção&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);"&gt; auditiva, visual e temporal&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;. Assim, é possível distinguir se um som procede especificamente de um objeto visto e se esse objeto (ou o som) está aproximando-se ou afastando-se. O lobo parietal do cérebro representa um papel importante neste tipo de percepção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 51, 255);font-size:130%;" &gt;Propriocepção&lt;/span&gt; é a capacidade em reconhecer a localização espacial do corpo, sua posição e orientação, a força exercida pelos músculos e a posição de cada parte do corpo em relação às demais, sem utilizar a visão. Este tipo específico de percepção permite a manutenção do equilíbrio e a realização de diversas atividades práticas. Resulta da interação das fibras musculares que trabalham para manter o corpo na sua base de sustentação, de informações táteis e do sistema vestibular, localizado no ouvido interno e responsável pelo equilíbrio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conjunto das informações dadas por esses receptores permitem, por exemplo, desviar a cabeça de um galho, mesmo que não se saiba precisamente a distância segura para se passar, ou mesmo o simples fato de poder tocar os dedos do pé e o calcanhar com os olhos vendados, além de permitir atividades importantes como andar, &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 102, 255);"&gt;coordenar os movimentos responsáveis pela fala, segurar e manipular objetos, manter-se em pé ou posicionar-se para realizar alguma atividade.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-2410190026516027863?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/2410190026516027863/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/10/percepcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/2410190026516027863'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/2410190026516027863'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/10/percepcao.html' title='PERCEPÇÃO'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SuW4PQ-z68I/AAAAAAAAAEA/OyBNzo17IM4/s72-c/blog4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-1953399967011935740</id><published>2009-10-07T14:32:00.018-03:00</published><updated>2009-10-07T16:49:26.287-03:00</updated><title type='text'>ILUSTRAÇÃO</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;É &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;uma imagem pictórica, geralmente figurativa, embora algumas raras vezes também abstrata, utilizada para &lt;span style="font-size:130%;"&gt;acompanhar, explicar, acres&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ce&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ntar informação, sintetizar ou até simplesmente decorar &lt;/span&gt;um texto. Embora o termo seja usado frequentemente para se referir a desenhos, pinturas ou colagens, uma fotografia também é uma ilustração. Além disso, a &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;ilustração &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;é um dos elementos mais importantes do design gráfico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São comuns em jornais, revistas e livros, especialmente na literatura infanto-juvenil (assumindo, muitas vezes, um papel mais importante que o texto), sendo também utilizadas na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;publicidade &lt;/span&gt;e na&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; propaganda&lt;/span&gt;. Mas existem também ilustrações independentes de texto, onde a própria ilustração é a informação principal. Um exemplo seria um livro sem texto, não incomum em quadrinhos ou livros infantis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszTIlGfqOI/AAAAAAAAACI/OzrpmWJVvXA/s1600-h/blog.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 262px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszTIlGfqOI/AAAAAAAAACI/OzrpmWJVvXA/s320/blog.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389914998407407842" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                                                                                         Ilustração de  Alfred Smedberg,Goeth&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A ilustração editorial tem origens na Iluminura, utilizada largamente na Idade Média nos manuscritos, mas atualmente difere desta por se servir de meios mecânicos (e mais recentemente de meios fotomecânicos e digitais) para a sua reprodução. Portanto, a sua evolução e história está intimamente ligada à imprensa e à gravura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ilustração possui uma tradição antiga que remonta às primeiras formas pictóricas, continuando pela &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Revolução Industrial&lt;/span&gt; até a nossa era &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;dig&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;ital&lt;/span&gt;. Atualmente essa tradição tem sido especialmente importantes para as histórias em quadrinhos e a animação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em princípio, o que distingue a ilustração das histórias em quadrinhos é não descrever, necessariamente, uma narrativa sequencial, mas por sintetizar ou caracterizar conceitos, situações, ações ou, até mesmo, determinadas pessoas como é o caso da caricatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Usos da ilustração&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;                                                                                                                                                     &lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Car&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;t&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;az&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszV5Eq7iJI/AAAAAAAAACQ/7F2ACJw4j-8/s1600-h/blog1.gif"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 152px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszV5Eq7iJI/AAAAAAAAACQ/7F2ACJw4j-8/s200/blog1.gif" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918030538705042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                                                                                             &lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Ilustra&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;çã&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;o científica&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszV-whlQRI/AAAAAAAAACY/TxT9WzAzRE4/s1600-h/blog2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 142px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszV-whlQRI/AAAAAAAAACY/TxT9WzAzRE4/s200/blog2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918128210002194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;                                                                        &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;                                                                                           Infografia&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWB8ck_lI/AAAAAAAAACg/8-9guNvZJ-4/s1600-h/blog3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 130px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWB8ck_lI/AAAAAAAAACg/8-9guNvZJ-4/s200/blog3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918182949846610" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                                                                                      Publicidade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWF7-Hq9I/AAAAAAAAACo/LevLXFZpW5M/s1600-h/blog4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 164px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWF7-Hq9I/AAAAAAAAACo/LevLXFZpW5M/s200/blog4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918251541572562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                                           Storyboard&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWKeFLwbI/AAAAAAAAACw/3hKOjuJ_Ja8/s1600-h/blog5.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 142px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWKeFLwbI/AAAAAAAAACw/3hKOjuJ_Ja8/s200/blog5.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918329417482674" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                                      Ilus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;tração Infantil&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWOKZPEwI/AAAAAAAAAC4/eS5Mes-T4p0/s1600-h/blog6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 148px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWOKZPEwI/AAAAAAAAAC4/eS5Mes-T4p0/s200/blog6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918392852353794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                                               Anúncio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWSjdSNdI/AAAAAAAAADA/gsd3Yz1kR4Q/s1600-h/blog7.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 158px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWSjdSNdI/AAAAAAAAADA/gsd3Yz1kR4Q/s200/blog7.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918468299699666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;                                                                       &lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Outdoor&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWWVg22MI/AAAAAAAAADI/Waoi4gf1rd0/s1600-h/blog8.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 133px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWWVg22MI/AAAAAAAAADI/Waoi4gf1rd0/s200/blog8.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918533276063938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                                      Desen&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ho animado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWasIvjcI/AAAAAAAAADQ/kX60D6dGr6U/s1600-h/blog9.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 162px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWasIvjcI/AAAAAAAAADQ/kX60D6dGr6U/s200/blog9.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918608068414914" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                                                Cenário&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWhlIbNEI/AAAAAAAAADY/qy2GpJoXYZs/s1600-h/blog10.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 134px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWhlIbNEI/AAAAAAAAADY/qy2GpJoXYZs/s200/blog10.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918726447117378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;                                      Ilustração de rua&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWnqGMvgI/AAAAAAAAADg/O7xlDV9jsH0/s1600-h/blog11.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszWnqGMvgI/AAAAAAAAADg/O7xlDV9jsH0/s200/blog11.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5389918830859173378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-1953399967011935740?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/1953399967011935740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/10/ilustracao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/1953399967011935740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/1953399967011935740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/10/ilustracao.html' title='ILUSTRAÇÃO'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SszTIlGfqOI/AAAAAAAAACI/OzrpmWJVvXA/s72-c/blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-5834998543340780290</id><published>2009-09-29T15:32:00.002-03:00</published><updated>2009-09-29T15:54:11.339-03:00</updated><title type='text'>ARTE MODERNA</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-size:180%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sob essa denominação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; podem ser considerados, generalizadamente, os diversos movimentos artísticos que se originaram no decurso do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A denominação&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt; “Arte Moderna”.&lt;/span&gt; Muito embora internacionalmente aceita, e por isso aqui adotada, a expressão “arte moderna” merece reparos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;1 - &lt;/span&gt;não existe uma arte moderna em oposição a uma arte antiga e nitidamente separada dela: pelo contrário, toda arte é moderna, no sentido de que acompanha (e não raro ultrapassa) o espírito da época em que surge. Assim, Giotto é moderno em relação a Cimabue, e Masaccio em relação a Giotto;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;2 - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;arte moderna pode ser a denominação adequada para a arte correspondente à &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153); font-weight: bold;"&gt;Era Moderna&lt;/span&gt;, iniciada, como é sabido, em 1453: Renascença, Maneirismo, Barroco, Rococó, Neoclassicismo, Romantismo, Impressionismo e os diversos movimentos artísticos que se seguiram ao Impressionismo não passariam, assim, de subdivisões da arte moderna, que desta arte compreenderia cinco séculos: XVI ao atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precursores da Arte Moderna. &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;Cézanne, Gauguin e Van Gogh&lt;/span&gt; são considerados os três grandes precursores da Pintura moderna, prendendo-se a contribuição original do primeiro ao espaço, do segundo à composição e do terceiro à cor. Paul Cézanne pode ser considerado como precursor conjuntamente do Expressionismo (“Tentação de Santo Antonio”, de 1867), do Fauvismo e sobretudo do Cubismo (“Jogadores de Cartas”). Num inquérito levado a efeito em 1953, Braque, Jacques Villon, Léger e diversos outros pintores reconheceram sua dívida para com o pintor de Aix-em-Provence, afirmando peremptoriamente: “Todos partimos da obra de Cézanne.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paul Gauguin influenciou também os fauves, e foi o primeiro a chamar a atenção, no Ocidente, para a arte primitiva e para a arcaica. Sua contribuição maior à arte do século XX reside no fato de ter sido ele o precursor dos pintores não figurativos, pela rejeição deliberada do modelado, dos valores, da perspectiva linear, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vincent van Gogh, afinal, influenciou, com seu colorido, os fauves e, com a carga emotiva de sua arte, os expressionistas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;O Fauvismo &lt;/span&gt;(fauve=fera, em francês) foi a primeira revolução artística do século XX, e se manifestou de 1905 a 1907. A rigor, não chega a constituir uma escola, sendo antes um grupo de pintores com idéias afins. Tal grupo expôs, pela primeira vez, em 1906, no Salão dos Indenpendentes. Liderava-o Matisse, sem dúvida o representante mais notável da tendência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi o crítico Vauxcelles quem deu nome ao movimento, ao dizer de uma escultura neoclásssica de Marque, rodeada de telas de cores violentas, dos companheiros de Matisse, que parecia “Donatello entre feras”. A nova denominação substituiu as anteriores: pintura incoerente e pintura invertebrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pintores fauves pertenceram a três sub-grupos: o do atelier de Gustave Moreau e da Academia Carrière (Marquet, Manguin, Camoin), o Chatou (Dérain, Vlaminck) e o do Havre (Friesz, Dufy, Braque). Kees van Dongen, que aderiu ao Fauvismo, manteve-se independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnicamente, caracteriza-se pela equivalência da luz e pela construção do espaço com o auxilio exclusivo da cor; pela abolição do modelado e do jogo de luzes e sombras; pela simplificação dos meios expressivos até ao mínimo necessário; enfim, pela correspondência entre o elemento expressivo e o decorativo, com o apoio da composição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coube ainda a Louis Vauxcelles batizar o &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Cubismo&lt;/span&gt;, ao dizer da pintura de Braque, ao que parece retomando um dito de Matisse, que não passava de “bizarrices cúbicas” (1908).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;O Cubismo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; durou de 1908 a 1914, e não tinham seus adeptos grandes preocupações teóricas (Picasso: “Quando fizemos o Cubismo, não tínhamos qualquer intenção de fazê-lo, mas sim de exprimir o que estava em nós”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Historicamente é possível distinguir entre Cubismo cézanniano (1907-1909), analítico (até 1912) e sintético (até 1914). A primeira etapa começa com grandes retrospectivas de Seurat e sobretudo Cézanne em Paris, ao mesmo tempo em que a Escultura africana aparece em cena.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De 1907 é “As Donzelas de Avignon”, de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Picasso&lt;/span&gt;, considerada a primeira obra cubista. Em 1908 forma-se o grupo do Bateau-Lavoir, ao qual pertencem Apollinaire, autor de Pintores Cubistas e teórico máximo do movimento, Salmon, os Stein, etc. Os principais nomes a realçar nessa fase são os de Picasso e Braque.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fase analítica, denominação devida a Juan Gris, caracteriza-se pela &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;decomposição &lt;/span&gt;crescente da forma:&lt;/span&gt; passa-se a dar, de um mesmo objeto, uma série de aspectos diferentes, retratando-se esse objeto não como é visto, mas como se sabe que é. O Cubismo analítico é, sob certos ângulos, a última conseqüência da Pintura representativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao Cubismo sintético, teve em Gris e em Léger seus principais adeptos. Signos plásticos tomam o lugar do processo imitativo, do qual começa a emancipar-se rapidamente a Pintura. “De um cilindro faço uma garrafa”, afirmou certa vez Juan Gris, numa frase que bem traduz a essência do Cubismo sintético, e que se opõe àquela outrora pronunciada por Cézanne: “Tratar a natureza por meio do cilindro, da esfera, do cone...”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153); font-weight: bold;"&gt; guerra de 1914 pôs fim ao período criador do Cubismo&lt;/span&gt;, ao mesmo tempo em que, simbolicamente, sacrificava Guillaume Apollinaire, o grande exegeta do movimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Surgiu em 1909, com o &lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Manifesto Futurista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; publicado no Le Figaro, e de autoria do poeta italiano Marinetti. Os principais componentes do grupo foram Carrà, Boccioni, Russolo, Balla e Severini. Estende-se a fase áurea do movimento até 1918 e se prolonga até bem mais tarde, se bem que já sem a vitalidade inicial, na obra dos pintores como Rosai, Sironi, Prampolini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tecnicamente o Futurismo pode ser definido como uma tentativa de adicionar o elemento dinâmico ao Cubismo, essencialmente estático. Sua grande contribuição à arte moderna consiste em ter despertado, com sua irreverência e rebeldia, aquilo a que se denominou de espírito moderno, e que iria fecundar de então por diante toda a arte do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Expressionismo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; não é um movimento, mas uma constante da arte, manifestando-se de preferência em épocas de crises. O ódio racial e o genocídio, duas conflagrações mundiais e toda espécie de desajustamentos sociais, culminando com o estabelecimento das grandes ditaduras européias, explicam decerto a extraordinária vitalidade do Expressionismo, no século atual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os precursores do moderno Expressionismo estão Van Gogh, Lautrec, Ensor, Munch e Hodler. A tendência surgiu por volta de &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;1910&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;, conjuntamente em Munique e em Berlim, quando o grupo Cavaleiro Azul recebeu em seu seio quase todos os ex-componentes do grupo A Ponte, o qual foi, a seu turno, uma espécie de réplica germânica do Fauvismo. Dentro do Expressionismo formaram-se inúmeros subgrupos, como os já citados A Ponte (diretamente inspirado de Van Gogh, da Arte Negra e do Fauvismo) e do Cavaleiro Azul (de tendência abstrata), e como a Nova Objetividade, que quase pode ser definida como um figurativismo beirando a caricatura, e eivado de sátira feroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:130%;" &gt;Expressionismo&lt;/span&gt;, que o crítico Langui acertadamente definiu como uma mistura da melancolia nórdica com o misticismo eslavo, a rusticidade flamenga, a angustia judaica e todasorte de obsessão germânica, espraiou-se da Alemanha para toda a Europa, e para a América, contando entre seus adeptos Rohlfs, Modersohn-Beker, Barlach, Hofer, Kokoschka, Kandinski, Feininger, Klee, Jawlensky, Dix, Kollwitz, Grosz, etc., nos países germânicos; Rouault e Grommaire, em França; De Smet, Van den Berghe e Permeke, na Bélgica; Sluyters, na Holanda; Solana, na Espanha; Soutine na Lituânia; Bem Shahn e De Kooning, nos E.U.A.; Rivera, Orozco, Tamayo e Siqueiros, no México; Portinari e Segall, no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O&lt;/span&gt; Expressionismo reagiu contra o impressionismo e o Naturalismo, opondo-se à afirmativa de Zola, segundo a qual a arte seria “a natureza vista através de um temperamento”. Para os expressionistas, o temperamento deve sobrepujar a natureza. A linha no desenho de índole expressionista, adquire valor fundamental, ao mesmo tempo em que as &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:130%;" &gt;cores simples&lt;/span&gt;, elementares, passam a substituir os tons e nuances impressionistas. A própria cor adquire valor de símbolo, como queria Van Gogh, o Van Gogh que escreveu ter procurado, com emprego do vermelho e do verde, “exprimir as terríveis paixões humanas”...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;O Construtivismo surgiu&lt;/span&gt; na Rússia por volta de 1913, com Tatlin, Gabo, Pevsner, El Lissitzky. Reagia contra os excessos do Cubismo e do Expressionismo. Os construtivistas retornaram ao cilindro, à esfera e ao cone cézannianos, restringindo-se ao uso das cores primárias. Foram os primeiros a trazer para a arte moderna a paixão pela máquina e pelo produto oriundo da técnica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Movimento afim ao construtivista surgiu na Holanda, em 1917: o encabeçado pela equipe da revista O Estilo (Van Doesburg, Vantongerloo, sobretudo, Piet Mondrian). O Estilo surgiria o Neoplasticismo de Mondrian (1920), cuja influência seria muito grande, gerando inclusive, no Brasil, os movimentos concreto e neoconcreto, ambos de fins da década de 1950.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;Suprematismo&lt;/span&gt;, nascido do &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153); font-weight: bold;"&gt;Construtivismo&lt;/span&gt;, é dele diferenciável por uma ainda maior austeridade. Malevitch foi o seu criador, em 1913. O Suprematismo é o limite extremo a que chegou a Pintura de índole não-representativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;Arte Metafísica&lt;/span&gt;, desenvolveu-se entre 1910 e 1917, graças a De Chirico, Carrà, Morandi e Severini. Trata-se de um estilo fantástico, no qual vistas de cidades, paisagens desoladas, estranhas naturezas mortas e figuras compósitas são tratadas como se não pertencessem ao mundo físico. Desde Bosh e Arcimboldo, não atingia a arte ocidental a tão elevado grau de abstração e fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);font-size:130%;" &gt;dadaísta&lt;/span&gt; irrompeu ao mesmo tempo na França, com André Breton, Eluard, Soupault; na Suíça, com Tristan Tzara e Arp; nos E.U.A., com Marcel Duchamp; na Alemanha, com Schwitters. Inspiravam-no os escritos de Lautréamont e as colagens de Picasso, bem como a arte metafísica de De Chirico. Estilo de após-guerra, afirmava como essência e finalidade de tudo, da arte inclusive, o absurdo. Até 1922 caracterizou-o um feroz niilismo; de então por diante (e esse seu título maior) preparou o caminho para o Surrealismo, com o qual terminaria por se confundir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A arte metafísica, o Dadaísmo e os escritos de Freud originaram &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;o Surrealismo&lt;/span&gt;, já anunciado por artistas como Bosh, Baldung Grien, Arcimboldo, Goya, Füssli, etc. O Surrealismo não busca a destruição da cultura, como o Dadaísmo: pelo contrário, coloca-se numa posição construtivista. As bases do movimento estão no Manifesto de 1924, redigido pelo poeta André Breton, para quem o Surrealismo se resume “no automatismo psíquico puro, pelo qual se procura exprimir, seja de que maneira for, o funcionamento real da mente humana”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt;principais surrealistas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; são Dalí, Ernst, Arp, Klee, Miro, Tanguy, Magritte, e mais recentemente Dubuffet, Matta e Lam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os cubistas descobriram em 1905 a pintura de Henri Rousseau. Assim começou a valorização da pintura &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);font-size:130%;" &gt;“ingênua”&lt;/span&gt;, às vezes chamada (erroneamente) “primitiva”. O pintor ingênuo não teve aprendizagem acadêmica, produzindo por absoluta necessidade de expressão. Julga-se intimamente um realista, e tem em mira copiar com a maior fidelidade a natureza – adicionando, porém, à cópia, certo elemento poético, que lhe é inato. O colorido, o mais das vezes, é livre; o desenho, econômico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de Rousseau, celebrizaram-se especialmente os “ingênuos” Séraphine (1864-1934), Vivin (1861-1936), Bombois (n. 1883), Bauchant (1873-1958).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os teóricos do&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 51, 204);font-size:130%;" &gt; realismo social&lt;/span&gt;, a arte se destina ao proletariado, devendo ser rejeitada como falsa a que ultrapasse o seu entendimento. O fim da arte seria então “ajudar o proletariado a atingir os seus destinos”. Essa teoria artística, adotada oficialmente pela U.R.S.S., conquistou adeptos em vários países, logo após a última guerra e, a despeito de contar entre os seus fiéis com artistas da categoria de Rivera, Orozco, Tamayo, Siqueiros, quase descambou para um frio academicismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;Tendências Abstratas&lt;/span&gt;, o movimento contra o Naturalismo atingiu no século atual seu ponto máximo. Datam as primeiras obras não-figurativas, como ficou dito, de antes de 1914. Mas após 1945 é que o Abstracionismo veio a ser introduzido em quase todos os países. Com a diferença de que, antes de 1914, a arte abstrata era intelectualmente disciplinada, apegando-se à forma geométrica, à ordem, à harmonia; ora, após 1945, o que se viu foi a vitória de um abstracionismo não mais baseado na razão, mas na intuição. Abstracionismo a que se chamou de &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);font-size:130%;" &gt;Expressionismo Abstrato&lt;/span&gt;, e que se divide em quase tantos estilos quantos são os pintores que o praticam. A influência dos ideogramas orientais fez-se sentir mais recentemente sobre os tachistas (do francês tache, mancha), liderados por Wols e Fautrier, e sobre os adeptos da Action Painting, ou pintura do gesto, capitaneados por Pollock, Kline, Tobey, etc.&lt;br /&gt;Os Independentes. À margem de tendências e de movimentos, a arte moderna presenciou o aparecimento de pintores independentes,que sofreram, é certo, a influência dessa ou daquela estética, mas sem se apegarem nunca a nenhuma em caráter definitivo. Os principais entre tais artistas são Utrillo e Modigliani, Soutine e Kokoschka, Chagall e Rouault, em verdade, alguns dos mais notáveis artistas do século.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;A primeira exposição de arte moderna no Brasil&lt;/span&gt; foi a efetuada em 1913 por Lasar Segall em São Paulo. Despertou maiores reações a de Anita Malfatti, realizada ainda em São Paulo, em 1916. Sempre em São Paulo, realizou-se em 1922 a Semana da Arte Moderna, de que participaram Di Cavalcanti, Brecheret e Goeldi. A Semana teve a vantagem de tornar nacional um movimento até então puramente local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;font-size:180%;" &gt;Brasil&lt;/span&gt; repercutiram fracamente movimentos como Cubismo (que influiu, porém, sobre o Pau-Brasil, de 1926, e o antropofagista, de 1928, de Tarsila do Amaral), o Futurismo, a Arte Metafísica, o Surrealismo. Um construtivismo retardado originou-se no Rio de Janeiro e em São Paulo sob a denominação de Concretismo, logo seguido pelo Neoconcretismo, na década de 1950.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao Expressionismo, tem em Segall e em Portinari seus principais seguidores, e no setor da gravura gerou um mestre como Goeldi, falecido em 1961. Os principais “ingênuos” nacionais são, no Rio de Janeiro, Heitor dos Prazeres, em São Paulo, José Antônio da Silva. Logo após a II Guerra Mundial, o Realismo Social fez seu aparecimento, com artistas como Scliar e Glauco Rodrigues, que depois iriam conduzir suas pesquisas em outros sentidos. Com Antônio Bandeira, Milton Dacosta e outros, instalou-se, por volta de 1947, o Abstracionismo, hoje generalizado. Quanto a independentes, possui o Brasil em Pancetti, Guignard, Djanira e Iberê Camargo seus mais notáveis representantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras datas notáveis da arte moderna no Brasil: 1935, &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:130%;" &gt;Portinari é premiado em Pittsburgh com o quadro “Café”, 1958, criação do Museu de Arte Moderna do Rio; 1951, Primeira Bienal de São Paulo e criação do Salão Nacional de Arte Moderna.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Fonte: www.portalartes.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-5834998543340780290?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/5834998543340780290/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/arte-moderna.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/5834998543340780290'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/5834998543340780290'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/arte-moderna.html' title='ARTE MODERNA'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-7743282110434668799</id><published>2009-09-29T15:17:00.005-03:00</published><updated>2009-09-29T15:32:06.932-03:00</updated><title type='text'>Minimalismo</title><content type='html'>&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; tendência à arte&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; minimalista&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; desenvolveu-se nos EUA durante os anos 50 e só usava as &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;formas geométricas&lt;/span&gt; mais simples. O caráter impessoal desse gênero é visto como reação à emotividade do expressionismo abstrato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o expressionismo abstrato dominava as décadas de 1940 e 1950, o minimalismo era fenômeno dos anos 60. surgiu da arte contida e espartana de expressionistas abstratos como &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Mark Rothko&lt;/span&gt; e&lt;span style="color: rgb(102, 0, 0);"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Barnett Newman&lt;/span&gt;.&lt;/span&gt; Conceito amplo, o minimalismo alude ou à redução da variedade visual numa imagem, ou ao nível de esforço artístico necessário para produzir tal redução. A conseqüência é uma forma de arte mais pura e livre de mistura que quaisquer outras, despojada de referências não essenciais e incontaminada pela subjetividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que &lt;span style="color: rgb(102, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;Ad Reinhardt (1913 – 1967)&lt;/span&gt; foi o minimalista por excelência. Começou pela all-over painting nos anos 40, mas na década seguinte amadureceu para o que julgou serem suas telas “definitivas”: obras de cores plenas que se atinham severamente ao mínimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Reinhardt&lt;/span&gt; escureceu a paleta e eliminou a tal ponto o contraste entre cores adjacentes que, após 1955, sua arte restringiu-se a sutilíssimas variações de preto intenso e de tons quase pretos. Professor inspirador e teórico franco, acreditava ardorosamente em reduzir a arte à forma mais pura e, por extensão, ao estado espiritual mais puro. Na grande e luminosa extensão de Abstract painting number 5 (Pintura abstrata número 5), nessa superfície uniforme, intensa e negro-azulada, a mão do artista faz-se propositalmente invisível.&lt;br /&gt;.&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SsJRkmqMzeI/AAAAAAAAABw/LaaKbHRa8dc/s1600-h/blog.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 250px; height: 250px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SsJRkmqMzeI/AAAAAAAAABw/LaaKbHRa8dc/s320/blog.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386957793583222242" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseguimos discernir os tênues contornos de uma cruz que surge quase como se Reinhardt não a houvesse pintado. Não é uma cruz cristã; caso se trate mesmo de uma imagem religiosa, ela o será no sentido mais amplo possível, com uma vertical infinita e uma horizontal também infinita – as insondáveis dimensões do espírito humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Frank Stella&lt;/span&gt; tornou-se figura fundamental na arte americana dos anos 60. em 1959, produziu uma série de controvertidas pinturas para a mostra “Dezesseis americanos” do Museum of Modern Art, em Nova York. As obras que expôs eram todas all-over paintings cortadas por tiras de tela intocada, criando padrões geométricos severos. Stella eliminou conscientemente a cor, usando tinta preta e depois cinza-metálica para, assim, reduzir a idéia de ilusão; até mesmo seu procedimento de pintura ficou sistemático e minimalista. A arte de Stella não leva em consideração os limites retangulares das telas tradicionais, fazendo-nos lembrar que, não importa quais conotações suas pinturas possam evocar, elas continuam a ser essencialmente objetos coloridos. Six Mile bottom (O fundo do lago Six Mile), muitas vezes considerada apenas um motivo decorativo, é uma obra muitíssimo bem-sucedida, e poderíamos dizer que ela pressupõe existir uma ordem central nos assuntos terrenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SsJR29FuutI/AAAAAAAAAB4/CiYs_dm9WGc/s1600-h/blog1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 155px; height: 250px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SsJR29FuutI/AAAAAAAAAB4/CiYs_dm9WGc/s320/blog1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386958108841917138" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; aridez geométrica dessa fase teve bastante influência, mas Stella tornou-se um artista tão vivaz, profuso e desafiante, que ficamos admirados com a nobre pureza de seus primeiros trabalhos. Será que em 1959 a explosiva alegria do pintor ainda não fora descoberta? Ou ela se ocultava na singular rigidez de Six Mile bottom?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca existirá consenso universal a respeito dos pintores contemporâneos, mas há alguns nomes que tem inequívoca grandeza. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Agnes Martin&lt;/span&gt;, canadense naturalizada americana, é um desses nomes. Untitled number 3 (Sem título numero 3) é simplesmente um quadrado de 183 centímetros onde uma borda quase desprovida de cor encerra grandes faixas. No centro, jaz um rosa claríssimo, ladeado por dois retângulos de azul ou roxo pálido. A brandura e delicada serenidade dessa obra expõe-se diante de nossos olhos sem que nada pareça acontecer. Mas é preciso ficarmos com Agnes Martin, como se perscrutássemos as águas de um lago, até que a pintura desabroche e floresça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Dorothea Rockburne&lt;/span&gt;, há muito mais para aprender e reter. É uma artista muitíssimo intelectual, que frequentemente se inspira nos mestres anteriores ao século XIX, e combina vigorosa austeridade a grande percepção lírica. Algumas de suas obras mais maravilhosas foram executadas com óleo e com folheado de ouro (tal como faziam os iluminadores medievais) sobre linho preparado com gesso de maneira tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SsJSKwf2bBI/AAAAAAAAACA/n8XrdCLRvaY/s1600-h/blog2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 216px; height: 250px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SsJSKwf2bBI/AAAAAAAAACA/n8XrdCLRvaY/s320/blog2.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5386958449059195922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Em Capernaum &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;Gate&lt;/span&gt; (Portão de Cafarnaum), com esses recursos simples, ela dobra, desdobra e cria majestade geométrica, usando o máximo esplendor dos tons saturados e fazendo-nos ver em sua obra algo de sacro e irônico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; font-weight: bold;"&gt;Fonte: www.portalartes.com.br&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-7743282110434668799?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/7743282110434668799/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/minimalismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/7743282110434668799'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/7743282110434668799'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/minimalismo.html' title='Minimalismo'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SsJRkmqMzeI/AAAAAAAAABw/LaaKbHRa8dc/s72-c/blog.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-8182876825064688188</id><published>2009-09-25T21:34:00.004-03:00</published><updated>2009-09-25T21:41:42.682-03:00</updated><title type='text'>Perfil da profissão: Designer Industrial</title><content type='html'>O &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);font-size:130%;" &gt;Designer de Produto&lt;/span&gt; compreende o uso criativo de habilidades técnicas no desenvolvimento de projetos de produtos industriais com o objetivo de facilitar o seu uso. É um campo de atuação que permite desenvolver diversas atividades; de projetos de interiores à projetos voltados a inovação e lançamentos de novos produtos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como outras áreas de conhecimento, foi profundamente afetado pela revolução tecnológica dos últimos anos e que universalizou o uso de sistemas informatizados de produção industrial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, são listadas algumas áreas de especialização profissional. Alguns designers de produto se especializam em apenas umas delas, enquanto outros, atuam simultaneamente em mais de uma área.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Móveis;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Interiores; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Objetos para o Lar;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Cerâmica; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Transportes; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Mobiliário Urbano;&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Eletro-eletrônicos; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Moda; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;li&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(102, 51, 102);"&gt;Jóias.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;span style="font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 8pt; font-family: arial; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;b&gt;Departamento de DESIGN | u f p r&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-8182876825064688188?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/8182876825064688188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/perfil-da-profissao-designer-industrial.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8182876825064688188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8182876825064688188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/perfil-da-profissao-designer-industrial.html' title='Perfil da profissão: Designer Industrial'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-5907000588661112096</id><published>2009-09-25T21:30:00.002-03:00</published><updated>2009-09-25T21:33:58.975-03:00</updated><title type='text'>Design de produto</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: center;font-family:arial;"&gt;“O &lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);font-size:130%;" &gt;design de produto&lt;/span&gt; é uma atividade criativa cujo objetivo é determinar as propriedades formais dos objetos produzidos industrialmente. Por propriedades formais não se deve entender apenas características exteriores mas , sobretudo, as relações estruturais e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;funcionais&lt;/span&gt; que fazem de um objeto(ou de um sistema de objetos) uma unidade coerente tanto do ponto de vista do produtor quanto do consumidor. O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;design industrial&lt;/span&gt; abrange todos os aspectos do ambiente humano condicionado pela produção industrial. ”&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Fonte: ICSID- Internacional Council of &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Societies of Industrial Design.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-5907000588661112096?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/5907000588661112096/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/o-design-de-produto-e-uma-atividade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/5907000588661112096'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/5907000588661112096'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/o-design-de-produto-e-uma-atividade.html' title='Design de produto'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-3271007126931221740</id><published>2009-09-21T16:16:00.001-03:00</published><updated>2009-09-21T22:44:59.102-03:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='historia design bauhaus'/><title type='text'>Breve história do Design.</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Fazendo um brevíssimo&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;histórico do design&lt;/span&gt;,&lt;/span&gt; pode-se dizer que o termo surgiu formalmente no período pós revolução industrial, quando se buscava uma nova identidade estética que pudesse ser reproduzida em grande escala. É que no período anterior, os objetos eram todos construídos artesanalmente, com acabamento personalizado e preços à altura da exclusividade. Com a revolução industrial, a grande massa passou a ter acesso a objetos de custo até então proibitivo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Os meios de produção ainda não estavam bem amadurecidos, de maneira que os objetos produzidos industrialmente eram feios, desajeitados e malacabados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Tentava-se reproduzir pela máquina o que anteriormente era feito à mão, e os resultados são fáceis de imaginar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Movimentos estéticos como o &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Arts and Crafts&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Art-Noveau&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Art-Deco&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Werkbund&lt;/span&gt; surgiram com o intuito de suprir essa demanda e definir um novo conceito construtivo. O empreendimento mais bem sucedido nesse campo foi o advento da &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;Escola de Bauhaus&lt;/span&gt;, inaugurada em 1919, na República de Weimar, então sede do governo alemão. Essa escola influenciou várias gerações de designers e o vem fazendo até agora, tão forte foi sua importância na nova definição estética que ajudou a consolidar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Foi com a Bahaus que a máxima “&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);font-size:180%;" &gt;a forma segue a função&lt;/span&gt;”, atribuída ao arquiteto Louis Sullivan, foi efetivamente considerada uma premissa deprojeto. Acabaram-se os arabescos inúteis, os adornos excessivos, o luxo e a exuberância. Os objetos e as edificações foram despidas, revelando-se em suas formas mais simples e puras. Mais tarde, o radicalismo inicial foi dando lugar a formas mais orgânicas, e vários movimentos sucederam-se a esse. Com o tempo, observou-se que o mercado associava determinadas formas e imagens a determinadas empresas, cujos símbolos imbuíam as suas personalidades. Assim, o &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 51, 153);"&gt;design&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 153);"&gt; &lt;/span&gt;não passou a ter importância apenas na forma do produto, mas também na identidade corporativa da empresa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:78%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial; font-weight: bold;font-family:times new roman;font-size:78%;"  &gt;Fonte: Lígia Cristina Fascioni, M. Eng. Outubro, 2001&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: arial;font-family:times new roman;font-size:78%;"  &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-3271007126931221740?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/3271007126931221740/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/breve-historia-do-design.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/3271007126931221740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/3271007126931221740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/breve-historia-do-design.html' title='Breve história do Design.'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-8669113895393739564</id><published>2009-09-18T16:18:00.003-03:00</published><updated>2009-09-18T16:31:05.153-03:00</updated><title type='text'>Metodologia, métodos e técnicas para o desenvolvimento de produtos - definição</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Para o desenvolvimento de produtos, há uma vasta quantidade de métodos e técnicas que visam resolver os problemas e questões que envolvem o entorno material dos produtos existentes e em desenvolvimento, mas não se pode dizer que há um método ou técnica únicos que atendam a todas as situações possíveis. Cada designer se identifica com um método e/ou técnica específica e cada desenvolvimento projetual requer uma situação diferente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Cada produto de design é resultado de um processo de desenvolvimento determinado por condições e decisões. Desse modo, a metodologia projetual não tem o objetivo de estabelecer um único método de design e nem tão pouco deve ser confundida com receita de bolo, que quando seguida, proporciona um resultado previamente estabelecido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Antes de mais nada é importante fixar na memória a diferença entre metodologia, método de desenvolvimento de projeto e técnica de desenvolvimento de projeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Metodologia &lt;/span&gt;é o estudo dos métodos, técnicas e ferramentas e de suas aplicações à definição, organização e solução de problemas teóricos e práticos (BOMFIM, 1995).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Pode-se dizer que método projetual é o processo o qual o designer faz uso para chegar a uma solução, considerando todas as características e processos pelos quais um produto deverá passar para atender satisfatoriamente às funções pré determinadas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Técnicas&lt;/span&gt; de desenvolvimento projetual são itens utilizados segundo a necessidade e/ou conveniência do designer para auxiliar no processo de desenvolvimento do projeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;De modo geral, dando mais ênfase a uma etapa ou outra, ou ainda alterando-se a ordem e nomenclatura, os métodos apresentam uma estrutura similar:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Problema:&lt;/span&gt; identificação e definição de uma necessidade/oportunidade de projeto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Levantamento de dados: &lt;/span&gt;coleta de informações teóricas e de mercado e subsequente análise.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Geração de alternativas:&lt;/span&gt; definição de conceitos (em geral, muitos).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Seleção de alternativas: &lt;/span&gt;análise, seleção e teste da melhor alternativa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Desenvolvimento do produto:&lt;/span&gt; produção.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Antes de apresentar alguns métodos e técnicas, é importante expor mais algumas considerações sobre métodos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Métodos servem para auxiliar no desenvolvimento de produtos, aumentando as chances de obter êxito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Não é possível utilizar um método padronizado de planejamento de produto para todos os casos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Métodos podem ser mesclados e até reinventados (com muito critério) de acordo com a necessidade do projeto e/ou equipe de desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Quanto mais dispendioso o desenvolvimento do produto, mais detalhado deve ser seu planejamento, para justificar o investimento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Empresas podem investir desde centenas até bilhões em projetos, e de acordo com o investimento, deve ser seu planejamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;A partir de agora, serão apresentados três de vários métodos utilizados pelos principais autores da área do design e principais técnicas que compõem esse processo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Método de Löbach&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise do problema&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Análise da necessidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise da relação social homem-produto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise da relação produto-ambiente&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Desenvolvimento histórico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise do mercado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise da função&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise estrutural&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise da configuração (funções estéticas)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise de materiais e processos de fabricação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Patentes, legislação e normas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Análise de sistema de produtos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Distribuição, montagem, serviço a clientes, manutenção&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Descrição das características do novo produto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Exigências para com o novo produto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Definição do problema e dos objetos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Alternativas de design&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Conceitos do design&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Alternativas de solução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Esboços de idéias, modelos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Avaliação das alternativas de design&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Escolha da melhor solução&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Incorporação das características ao novo produto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Solução de design&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Projeto mecânico&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Projeto estrutural&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Configuração dos detalhes (raios, elementos de manejo, etc.)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Desenvolvimento de modelos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Desenhos técnicos, desenhos de representação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Documentação do projeto, relatórios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Bruno Munari&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DP - DEFINIÇÃO DO PROBLEMA: &lt;/span&gt;Nessa definição, encontram-se os objetivos do material. Se é material textual, a definição de público alvo delimita o aprofundamento teórico metodológico do mesmo, bem como a seleção de autores para leituras de apoio.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Em geral, ao chegar a esta parte, depois das definições do problema, tem-se a "idéia". E pode mesmo parecer que o problema está resolvido... Mas a "idéia" não pode ser considerada como solução. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Uma idéia pode surgir e ser depois substituída por outra, e outra e mais outra ao longo do desenvolvimento do projeto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;É certo que as idéias ajudam ao desenvolvimento, mas sozinhas não resolvem a questão. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;CP - COMPONENTES DO PROBLEMA: &lt;/span&gt;Qualquer que seja o problema a identificação dos componentes do problema simplifica a resolução deles. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Separar em "áreas" específicas cada um dos itens pode ser uma boa forma de agir. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Conteúdo, público alvo, objetivo, metodologia, atividades, avaliação, aspectos ergonômicos de utilização como adequação de linguagem, repertório interpretativo  e comunicação visual - adequação de cores, tipologia,  etc., são alguns dos aspectos que devem ser levados em consideração nessa etapa do desenvolvimento do projeto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Dividir em categorias específicas ajuda a orientar uma ação mais efetiva a cada ponto, no cumprimento dos objetivo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;CD - COLETA DE DADOS: &lt;/span&gt;Depois de identificarmos os componentes do nosso problema e os subdividirmos em sub problemas, iniciamos a fase de coleta de dados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Colher dados significa procurar conhecer cada parte do todo de um projeto, separadamente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, pode-se fazer uma pesquisa de materiais já desenvolvidos para em outros suportes, quais as características deles. Conhecer os materiais não significa tomar como exemplos, mas sim, saber o que já foi feito e daí, procurar conhecer o que efetivamente dá ou não resultados. Com isso, corre-se menos risco de errar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Pode-se procurar conhecer a maioria dos recursos do suporte que estamos trabalhando, como linguagens, tecnologias, etc. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AD - ANÁLISE DE DADOS: &lt;/span&gt;Depois de se colherem os dados devem-se analisá-los. Então, a análise mostra o que se deve ou não fazer, usar, aproveitar, enfim, é a análise dos dados que permite estabelecer o passo seguinte: Criatividade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;C – CRIATIVIDADE: &lt;/span&gt;Como se pode observar no diagrama, a IDEIA dá agora lugar a um novo conceito: a criatividade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;É o conceito de criatividade, ao contrário do de idéia que ocupa, assim, a seqüência de passos no desenvolvimento de materiais para . &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Enquanto IDEIA somente está relacionada ao "fantástico" a fantasia, o sonho, a criatividade processa-se de acordo com um método definido e mantém-se nos limites impostos pela análise dos dados colhidos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Criatividade, bem aplicada, e dentro do programa de objetivos traçados e definidos pelos passos anteriores do processo de desenvolvimento pode agregar valores diferenciais a um projeto. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;MT - MATERIAIS E TECNOLOGIAS:&lt;/span&gt; A fase chamada de Materiais e Tecnologias pode, a princípio, parecer uma repetição da fase de coleta de dados, o que não é verdade. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;A coleta de dados pode até mostrar possibilidades, é uma fase de conhecimento das opções inclusive de materiais e tecnologias, mas é somente depois da aplicação da criatividade que se efetivam escolhas definitivas tanto em materiais como em relação as tecnologias mais adequadas aos objetivos projetos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Escolher tecnologias e recursos só porque "estão na moda", pode ser um erro grave. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;E – EXPERIMENTAÇÃO:&lt;/span&gt; É nesta fase que começamos a "testar" o material. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;É na experimentação que se conseguem solucionar problemas que antes pareciam insolúveis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Na experimentação pode-se aplicar um conceito de uma área pouco explorada, como forma de otimizar resultados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;A área artística se utiliza mais de experimentações que a maioria das outras áreas, porém, se respeitados limites de "bom senso", a experimentação pode trazer grandes progressos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;A fase de experimentação vem, claramente, antes do modelo final de projeto, no sentido de permitir testagem de materiais, tecnologias e métodos para melhor atingir objetivos.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Não visa substituir o que já foi feito, nem tem a pretensão de inovar sempre, mas sim de certificar que as escolhas tenham sido feitas levando-se em conta todas as possibilidades e tenha-se optado pelos mais adequados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Não é uma fase imprescindível ao projeto, mas é bastante interessante se fazer experimentações criativas. Pode-se obter resultados além dos esperados com a utilização dita "normal" dos meios e ferramentas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;M – MODELO: &lt;/span&gt;Chega-se, enfim, ao modelo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Depois de todas as fases anteriores tem-se agora, um modelo pronto.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Um modelo é algo que sintetiza as idéias em relação a um objetivo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Até esta fase, não fez nada que se assemelhe a uma "solução" efetiva, mas temos dados suficientes para afirmar que as hipóteses de erros estão bem mais reduzidas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Podemos, agora, estabelecer as relações entre os dados recolhidos, agrupar os subproblemas e efetivar a construção dos esboços para a elaboração do modelo que pretendemos aplicar como solução efetiva ao nosso problema inicial. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Ao procedermos a redação, montagem do modelo, temos a segurança de estarmos trabalhando com dados testados, de resultados comprovados ou, no mínimo, objetivos efetivamente atingidos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Os modelos demonstram as possibilidades reais de uso de materiais, técnicas e metodologias.  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;São, portanto, o resultado de um trabalho consistente de elaboração. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Passaremos a seguir, para as fases finais: verificação, retificação, correções e, por fim, a SOLUÇÃO, que é a elaboração adequada do material para os objetivos esperados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;V – VERIFICAÇÃO:&lt;/span&gt; A fase de verificação de um projeto se torna necessária pela a necessidade de comprovação de eficiência de um material desenvolvido antes da efetiva aplicação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;É na verificação que se observam as falhas, caso existam, e se corrigem as mesmas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Pode também, haver possibilidade de existência de dois ou mais modelos e é na verificação que se decide por este ou aquele, depois de testados os funcionamentos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Apresenta-se o modelo a certo número de possíveis usuários, e pede-se que dêem seu parecer sobre o ou os modelos apresentados. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;É neste momento também que se "fecham" questões quanto a conteúdos controversos ou a permanência ou não de determinada tecnologia. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Desenho Final &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;O desenho final é, então, uma síntese de dados levantados ao longo de todo um processo que envolve fases distintas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Portanto é a obra resultante de diversas áreas agregadas em torno do objectivo principal. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metodologia de Baxter:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Planejamento do produto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;Nas empresas, deve-se considerar o momento da empresa e definir qual produto será desenvolvido para atingir a meta da empresa. É importante descrever a especificação da oportunidade, com questionamentos básicos sobre o projeto, como por exemplo como o mesmo se destacará no mercado, ou o que fará com que as pessoas comprem o produto e assim por diante. Define-se ainda as restrições do projeto e do processo produtivo. Ainda nesta etapa, são realizados a coleta de dados teóricos e de mercado, incluindo abordagem com potenciais usuários/consumidores, e planejamento criterioso do estilo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Projeto conceitual &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Após um criterioso e bem elaborado planejamento e a especificação da oportunidade, inicia-se o projeto conceitual para geração de muitos conceitos. Alguns conceitos são pré-selecionados e analisados segundo alguns critérios, mas não são verificados aqui restrições práticas. Feito isso, faz-se um novo planejamento para próximas etapas, atribuindo tarefas a cada membro da equipe de desenvolvimento e cronograma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Projeto de configuração &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Inicia-se a geração de mais idéias sobre conceitos escolhidos, explorando as formas possíveis de fabricar o produto, considerando aqui todos os elementos e restrições projetuais existentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nessa etapa é comum detectar alternativas do projeto não consideradas anteriormente ou promover alguma alteração técnica envolvendo materiais e processos de fabricação. Isso pode levar ao retrocesso no processo, para se verificar as implicações das alterações com relação ao planejamento inicial. Geralmente o tempo gasto nas revisões de projeto é inferior ao desenvolvimento inicial, uma vez que o caminho já é conhecido. Chegando novamente à configuração do produto, é selecionada a melhor alternativa, podendo ser selecionada por técnicas avançadas de seleção, como a Matriz de Seleção. É realizada uma análise de possíveis falhas ou defeitos, deve ser construído um protótipo e realizam-se testes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Projeto detalhado &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Sendo aprovado, passa-se para o detalhamento, através de desenhos do produto e seus componentes, e a construção de um protótipo experimental. Nessa etapa é definido o detalhamento final dos componentes, montagem do produto, e é possível efetuar testes físicos ou de funcionamento do produto junto aos seus potenciais usuários/consumidores (teste qualitativo).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Projeto para fabricação &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);font-family:arial;" &gt;Uma vez acertados os detalhes, é confeccionado, em alguns casos, um protótipo de produção onde serão definidos os parâmetros para o processo de produção na indústria. A aprovação desse modelo ou protótipo final encerra o processo de desenvolvimento do produto em questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A partir desse ponto, começa-se a produção e o lançamento do produto no mercado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Fonte: Cristina do Carmo Lucio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-8669113895393739564?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/8669113895393739564/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/metodologia-metodos-e-tecnicas-para-o.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8669113895393739564'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8669113895393739564'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/metodologia-metodos-e-tecnicas-para-o.html' title='Metodologia, métodos e técnicas para o desenvolvimento de produtos - definição'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-258200871404211501</id><published>2009-09-18T12:38:00.003-03:00</published><updated>2009-09-18T12:41:28.075-03:00</updated><title type='text'>Moda com sustentabilidade ambiental</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;O vestuário de moda é um produto efêmero, está associado ao consumismo. O sistema da moda assim se configurou a partir da Revolução Industrial. Ou seja, está na contramão do desenvolvimento sustentável e do consumo consciente. Para o vestuário, a cada estação se propõe novos produtos, com modelagens, cores e tecidos diferentes. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Há um grande apelo para que o consumidor se mantenha na “moda”, substituindo as roupas que ainda estão em bom estado, por novos modelos, desenvolvido de acordo com as tendências apresentadas pelos grandes birôs de estilo, e pelas feiras internacionais de moda. É tão rápida a relação entre consumidor e roupa, que não há tempo para a roupa carregar a memória da pessoa que a veste. A roupa, enquanto vestuário de moda, não passa de mera mercadoria rapidamente descartável. Atribui-se muito valor a mercadoria, mas não ao objeto em si, a roupa. Assim, ela é trocada quando são lançadas as novas tendências e, muitas vezes, se paga caro pela novidade, não pela roupa em si.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Uma dicotomia se estabelece ao se falar em sustentabilidade ambiental na moda. O produto de moda é efêmero, símbolo do consumismo e para a sustentabilidade ambiental é preciso um consumo consciente de produtos devem ser desenvolvidas para um ciclo de vida mais longo, ou serem substituídos por serviços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Projetar um produto de moda, considerando os princípios da sustentabilidade ambiental, economicamente viáveis, socialmente e ambientalmente corretos, requer muita criatividade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Se o desejo é o motor do desenvolvimento                                                                            sustentável, a criatividade é seu combustível: é a criatividade que dará o impulso ao empreendedor para imaginar um produto ou serviço mais (satisfação às necessidades) com menos (recursos e trabalho). É a criatividade que vai inspirar o político ou o legislador a conceber as mais adequadas e flexíveis estruturas. É a criatividade que vai permitir ao pesquisador encontras soluções elegantes para problemas cada vez mais complexos. E finalmente, é a criatividade que vai dar vontade ao consumidor, ao eleitor, ao investidor de escolher um desenvolvimento que se tenha mais sentido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Mudar o consumo faz parte das alternativas em que pensa e trabalha o ecodesign, isto é, a integração do desenvolvimento sustentável na concepção dos bens e serviços, é também um eixo de ação que foi retomado pelos participantes da Reunião da Cúpula sobre desenvolvimento sustentável, realizada em agosto de 2002, em Johannesburgo. Esse desafio planetário exige uma evolução maior: a passagem progressiva de uma sociedade de consumo, para uma sociedade de uso. Grande parte dos bens materiais deve ser concebida de outra forma, passar do produto ao serviço implica na redefinição dos objetos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A redefinição dos objetos, a substituição do consumo pelo uso do produto, a ética na relação dos humanos com a natureza, é um novo cenário que se estabeleceu e requer muita pesquisa, investimentos e mudanças de valor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Um impulso dado hoje pode trazer resultados concretos no prazo de dois a cinco anos, mostrando, assim, que não é necessário esperar a próxima revolução tecnológica “limpa” em um hipotético futuro. Nossa sociedade precisa das um enorme salto criativo: isso deverá acontecer por meio dos objetos concebidos para tecer um novo vínculo do homem e a natureza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Na verdade, segundo alerta não passa de um exagero, sensacionalismo dos ambientalistas. Contudo, já é possível observar nas mudanças climáticas, na extinção de diversas espécies de animais e plantas, nas pandemias, entre outros, que o ser humano precisa rever sua relação com a outra, por caminhos traumáticos ou, uma transição por escolha.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Praticar a sustentabilidade ambiental significa cuidar das coisas. Do menor de todos os produtos, até o planeta inteiro e vice-versa. Como podemos imaginar a transição para a sustentabilidade? Por caminhos traumáticos, uma transição forçada por defeitos catastróficos, que de fato obrigam a uma reorganização do sistema, a mais indolores , uma transição por escolha, isto é, como efeitos de mudanças culturais, econômicas e políticas voluntárias que reorientem as atividades de produção e consumo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Diante desse contexto, como conciliar a moda com o desenvolvimento sustentável se “os indivíduos atomizados, absorvidos consigo mesmos, estão pouco dispostos a considerar o interesse geral, a renunciar aos privilégios adquiridos; a construção do futuro tende a ser sacrificada às satisfações das categorias e dos indivíduos do presente”. Indubitavelmente se está diante de um grande desafio, tanto para a moda, quanto para a sociedade humana inteira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Se as mudanças na moda dependem da cultura estabelecida e dos ideais sociais que a compõe, é complexo pensar a moda inserida no contexto do desenvolvimento sustentável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Fonte: MIG - Revista científica de Design.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-258200871404211501?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/258200871404211501/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/moda-com-sustentabilidade-ambiental.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/258200871404211501'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/258200871404211501'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/moda-com-sustentabilidade-ambiental.html' title='Moda com sustentabilidade ambiental'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-6688630959032887871</id><published>2009-09-16T13:00:00.000-03:00</published><updated>2009-09-16T13:01:58.613-03:00</updated><title type='text'>Futuro, Sustentabilidade e Responsabilidade social.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Conceitos como a sustentabilidade e a responsabilidade social apresentam-se atualmente como fatores importantes em estudos sobre o estado global que em sendo formado. Ambos os conceitos estão presentes em diferentes tendências, normalmente relacionados à sérias denúncias sobre o processo de degradação global. Foi a partir da Conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento, realizada no Rio de Janeiro em 1992 (Rio 92), que o discurso do movimento ambientalista e do desenvolvimentista encontra uma linha conceitual convergente (HEEMANN, 2001). Sobre essa convergência fundamenta-se o conceito de “desenvolvimento sustentável”, tendência que se tornou, nos anos seguintes, uma política mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da conferência resultou a elaboração da Agenda 21, um programa pioneiro de ação internacional sobre questões ambientais e desenvolvimentista, voltado à cooperação internacional e ao desenvolvimento de políticas para o Século XXI. Suas recomendações incluíram novas formas de educação, preservação de recursos naturais e participação no planejamento de uma economia sustentável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;Em 2002, uma nova conferência das Nações Unidas sobre Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Rio+10), na cidade e Johanesburgo, constatou que a tendência da preocupação com questões de sustentabilidade e de responsabilidade social de fato já podiam ser verificadas, apesar das dificuldades para a adoção de práticas concretas. O encontro enfocou meios de cooperação entre as nações para lidar com problemas ambientais globais como poluição, mudança climática, destruição de camada de ozônio, uso e gestão dos recursos marinhos e de água doce, desmatamento, desertificação e degradação do solo, resíduos perigosos, e a perda da diversidade biológica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-family: times new roman;"&gt;Fonte: HEEMANN, A. o projeto conceitual de produto e a dimensão ambiental. 2001. 80f. Dissertação (Mestrado em Tecnologia) – Programa de Pós Graduação em Tecnologia. Centro Federal de Educação Tecnológica do Paraná, Curitiba, 2001.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;MIG – Revista Científica de Design.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-6688630959032887871?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/6688630959032887871/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/futuro-sustentabilidade-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/6688630959032887871'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/6688630959032887871'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/futuro-sustentabilidade-e.html' title='Futuro, Sustentabilidade e Responsabilidade social.'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-9023978788784497599</id><published>2009-09-15T17:25:00.003-03:00</published><updated>2009-09-16T12:44:28.718-03:00</updated><title type='text'>Futuro e tendências</title><content type='html'>&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Para se estudar o futuro, pode-se utilizar diferentes métodos. Para fins do presente estudo enfoca-se o método de tendências para o estabelecimento de uma base de projeção e construção do futuro. Sob a ótica de Oliveira (2006), entender as tendências é antes de tudo lançar um olhar amadurecido para o futuro. Para se identificar tendências, vale o princípio básico da observação criteriosa. É importante ressaltar que uma tendência não é modismo passageiro, mas sim algo que influencia um grupo expressivo de pessoas por um tempo razoável. A tendência, portanto, não é proposta por uma pessoa ou por uma empresa. Trata-se de um estado de direcionamento que só é estabelecido coletivamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;As tendências podem ser decifradas por designers através da observação de sinais (OBSERVATÓRIO DE SINAIS, 2007), ou seja, “o indício, vestígio, prenúncio – algo enfim, que indica a existência ou a verdade de uma outra coisa, à qual esta ligado”, como explica CALDAS (2004). O autor afirma, também que existe a idéia de que o sinal, de alguma maneira, antecipa aos sentidos e aos entendimentos algo que ainda não se deu a conhecer por completo. É assim que tendências podem ser detectadas, uma vez que existem as correntes socioculturais e a evolução de valores que expressam o “espírito do tempo”. Essas correntes podem ser consideradas “antecipáveis” por meio dos sinais emitidos pelas diversas esferas da cultura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;A&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;o se trabalhar com tendências no design, contudo, não se deve deixar de lado a incerteza. Tão importante quanto as respostas são as perguntas adequadas, estas motivadas por incertezas. Em um contexto incerto é preciso trabalhar com os sinais de modo a construir hipóteses de trabalho. Nesse processo, o questionamento permanece uma constante.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Contudo, para se interpretar tendências não bastam conhecimentos, dados, ferramentas e metodologias. É necessária também a utilização da sensibilidade, aqui entendida até o nível subconsciente do seu humano, tal como a intuição, o pressentimento e os sonhos noturnos. As interpretações desses sinais não ocorrem em uma direção apenas. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;O que se pretende com as tendências, de fato, é a geração de um leque de condições possíveis com relação ao “por vir” a partir dos sinais percebidos no presente e no passado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;No que se referem à percepção, Caldas (2004) alerta para o fato de que, na sociedade contemporânea, tudo pode ser considerado informação. Dessa forma, o profissional que antecipa sinais (informação estratégica) deve trabalhar com filtragem e a interpretação, o que requer formação metódica específica e muito treino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Assim, tendências de design podem ser encaradas como sinais em manifestações, percebidos no cotidiano humano, em seu comportamento, consumo e em seus gostos marcados por épocas. São estes sinais que irão anunciar ou prenunciar um estado em formação, que pode ser entendido como futuro. Pode-se, então, utilizar da tendência como ferramenta metodológica, favorecendo uma postura preventiva, mas não determinista.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Fonte: OLIVEIRA, A.S.C. Estudo das tendências para o processo de design. Dissertação submetida à Universidade do Estado de Santa Catarina para a conclusão do curso para obtenção do título de bacharel em Design Industrial, Florianópolis, 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;OBSERVATÓRIO DE SINAIS. Disponível em: www.observatóriodesinais.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CALDAS, Dario. Observatório de sinais: teoria e prática das tendências. Rio de Janeiro: Senac Rio, 2004.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-9023978788784497599?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/9023978788784497599/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/futuro-e-tendencias.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/9023978788784497599'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/9023978788784497599'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/futuro-e-tendencias.html' title='Futuro e tendências'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-415709150135760893</id><published>2009-09-15T17:18:00.004-03:00</published><updated>2009-09-15T17:23:12.060-03:00</updated><title type='text'>Futuro e Design</title><content type='html'>&lt;div  style="text-align: justify;font-family:arial;"&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;O estudo do futuro é relevante para os profissionais da área de design. Elaborar estratégias e metas e executar ações pró-ativas contribuem para o desenvolvimento da sociedade, já que esta tende a se tornar mais bem preparada para os acontecimentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Nesse sentido é possível mencionar o processo de design de produto. Esse processo necessita de uma base informacional antecipatória para que as ações dos designers repercutam, por meio do produto final, em benefícios sociais reais quando este for disponibilizado no mercado. A base informacional antecipatória esta presente no processo, com maior ênfase, na chamada fase informacional de projeto. Segundo Amaral ET AL. (2006), à fase informacional competente a união das informações levantadas no planejamento e em outras fontes, o que culminará em um conjunto relevante de informações denominado especificações-meta. Tal conjunto deve refletir as características que o futuro do produto deverá ter para atender às necessidades dos clientes. Trata-se, portanto, de uma representação textual de um estado futuro.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;O processo de design de produto engloba uma ampla gama de ações. Em um processo que contempla o futuro, é importante ainda:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  Compreender como será o contexto futuro, no qual o produto será inserido;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  Ter conhecimento dos produtos concorrentes e similares, ou seja, dos que são previstos para o futuro;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  Modelar o ciclo de vida do produto, considerando clientes futuros do produto para cada uma das fases do ciclo;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;  Considerar as necessidades futuras de todos os clientes do produto, onde o público alvo do projeto está inserido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Muitas das necessidades futuras dos clientes (e, portanto, também do público alvo do projeto) podem ser simuladas por meio de encenações. Nesse exercício, os designers personificam os clientes da forma mais realista possível, registrando os seus desejos e necessidades simulados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;O contexto informacional no qual o produto projetado será inserido é sintetizado na forma de uma ou mais tendências. Assim, é possível fundamentar sistemas complexos sob diferentes hipóteses. É possível, portanto, abandonar a mera imaginação sobre o futuro e estabelecer uma avaliação criteriosa de possíveis conseqüências resultantes das tomadas de decisões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(51, 0, 51);"&gt;Por outro lado, como observado por Caldas, “o caminho fácil da cópia travestida de referência, já se anuncia como erro fatal das empresas e marcas do século XXI.” (CALDAS, 2004 p. 96). Para este autor, mesmo considerando-se que o indivíduo deve ser a finalidade última de um processo de design, muitas empresas entendem que não é necessário pesquisar profundamente seus comportamentos para se chegar a um produto. Cabem as empresas, ao menos, buscar um caminho próprio, sem se basear apenas em sua concorrência.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" &gt;Fonte: AMARAL, D.C. et al. Gestão de desenvolvimento de produtos: uma referência para a melhoria do processo. São Paulo: Saraiva, 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" &gt;CALDAS, Dario. Observatório de Sinais: teoria e prática das tendências. Rio de Janeiro: Senac Rio, 2004.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" &gt;MIG - Revista científica de Design.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-415709150135760893?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/415709150135760893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/futuro-e-design.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/415709150135760893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/415709150135760893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/futuro-e-design.html' title='Futuro e Design'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-4309371290568753193</id><published>2009-09-15T17:15:00.003-03:00</published><updated>2009-09-15T17:25:18.895-03:00</updated><title type='text'>Futuro da sociedade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Uma vez aceita a idéia de futuro como um estado, é possível perceber que o seu estudo encontra-se intimamente ligado à sociedade, principalmente quando o objetivo do estudo visa em algum nível assegurar benefícios sustentáveis e socialmente responsáveis. Portanto, o estudo do futuro normalmente acaba por investigar também questões de cunho econômico, social e ambiental.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Segundo Oliveira (2006), através do estudo metódico do futuro é possível gerenciar, prevenir, planejar, antecipar e explorar alternativas que se mantenham ao longo de um tempo considerável. Isto porque é através de um estudo que se ilustra tendências de comportamento da sociedade, de mercado, ou de outros focos de interesse.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Nas sociedades em pleno desenvolvimento, ponderar sobre o futuro é uma necessidade fundamental. Entretanto, sociedades desorganizadas são normalmente pressionadas a enfocar questões imediatas em detrimento das posteriores, o que culmina em um processo de estagnação ou regressão do desenvolvimento. Como observa de, Caldas (2004), quanto mais complexa se torna uma sociedade, maior é necessidade de planejar e prever os acontecimentos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;De acordo com estudos do NEF (2004) uma sociedade em desenvolvimento deve, sobretudo, criar um pensamento coletivo com perspectiva de futuro para conduzir uma série de ações vitalmente importantes, tais como planejamento, aconselhamento, estabelecimento de prioridades, aprendizagem dos que decidem conscientização dos receptores dessas decisões, informação pública, e assim por diante. Essas ações são tão importantes que não podem ser deixadas ao acaso. Elas devem ser sistematicamente trabalhadas dentro das estruturas da política, da sociedade e da cultura.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Pode-se observar, portanto, que o estudo do futuro é importante para o desenvolvimento industrial e social de uma sociedade. O entendimento sobre essa dimensão evita que situações obscuras resultem na necessidade de ações remediativas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" &gt;Fonte: CALDAS, Dario. Observatório de Sinais: teoria e prática das tendências. Rio de Janeiro: Senac Rio, 2004.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;OLIVEIRA, A.S.C. Estudo das tendências para o processo de design. Dissertação submetida à Universidade do Estado de Santa Catarina para a conclusão do curso para obtenção do título de bacharel em Design Industrial, Florianópolis, 2006.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:times new roman;" &gt;MIG - Revista científica de Design.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-4309371290568753193?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/4309371290568753193/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/futuro-da-sociedade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/4309371290568753193'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/4309371290568753193'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/futuro-da-sociedade.html' title='Futuro da sociedade'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-8355205497623201530</id><published>2009-09-15T17:08:00.002-03:00</published><updated>2009-09-15T17:11:17.982-03:00</updated><title type='text'>O futuro sob a ótica do Design de Produtos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(51, 0, 51);"&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A preocupação com o futuro do planeta é um assunto da ordem do dia. Discussões relativas ao chamado aquecimento global e suas possíveis conseqüências, assim como repercussões econômicas, ambientais e sociais vem conduzindo a mudanças nos valores da sociedade. Com essas mudanças, também cresce o número de pessoas dispostas a alterar comportamentos de uso dos serviços e produtos industrializados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Diante desse contexto, diferentes segmentos da sociedade estão se mobilizando para mudanças conceituais, entre eles a própria indústria, alvo de sérias pressões de caráter ambiental e social (HEEMANN ET AL., 2007). Vinculado a esse segmento específico, encontram-se os designers responsáveis pela concepção de produtos, projetistas daquilo que futuramente será disponibilizado para o uso da sociedade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;No entanto, o futuro não pode ser previsto de modo científico em sua totalidade. Não se pode, ainda, responsabilizar os padrões, a cultura popular e a mídia pela formação de idéias equivocados do futuro (NEF, 2007). A problemática sobre o futuro parece, contudo, residir na falta de entendimento generalizado sobre seu conceito. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;A justificativa para uma reflexão dessa natureza pode ser evidenciada se considerado que o entendimento do futuro passa evidentemente pelo campo educacional do design de produtos, já que esse é o meio de sensibilização, entendimento e aprendizagem da criação de produtos futuros.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;Trabalhar com o futuro, a princípio, pode parecer uma atividade fantasiosa e repleta de inseguranças. Talvez seja visto assim porque a consciência da maioria das pessoas é capaz de perceber essencialmente o momento presente, desconsiderando inclusive acontecimentos pretéritos. Segundo Alegria (2007), o futuro é uma dimensão extremamente abstrata, imaterial, uma ilusão. A autora comenta que, enquanto imagens estereotipadas e equivocadas do futuro continuam presentes no contexto popular, especialistas acreditam na sua potencialidade para aprimoramento da cultura humana e avançam em estudos sobre o tema. Estes estudos seriam influentes em todos os setores, ofereceriam à sociedade científica uma quantidade de literatura e metodologia considerável para geração de conhecimento plausível.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;No âmbito da presente reflexão, propõe-se a idéia de futuro como “um estado” que pode ser administrado por meio de uma constante exploração de alternativas, denominadas “futuros alternativos”. Seguindo as palavras de Alegria (2007), em um pensamento prospectivo, buscam-se tendências plausíveis para fundamentar novas imagens do futuro, “explorando o possível, estudando o provável e avaliando o preferível” (ALEGRIA, 2007).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;Fonte: ALEGRIA; Rosa. Por que estudar o futuro? Disponível em: www.perspektiva.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: times new roman;"&gt;MIG - Revista científica de Design.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-8355205497623201530?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/8355205497623201530/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/o-futuro-sob-otica-do-design-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8355205497623201530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/8355205497623201530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/o-futuro-sob-otica-do-design-de.html' title='O futuro sob a ótica do Design de Produtos'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-3209359418186906602</id><published>2009-09-15T17:03:00.003-03:00</published><updated>2009-09-15T17:14:57.912-03:00</updated><title type='text'>Responsabilidade ambiental</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;O problema ambiental gerados pelo desenvolvimento industrial do mundo atual constitui uma situação extremamente conflituosa, do ponto de vista sócio-econômico. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Na medida em que a população mundial cresce, os recursos se escasseiam e os meios produtivos se massificam, o meio ambiente passa a ser prioridade de todos, não apenas de governos, empresas ou indivíduos, mas de conscientização de modo amplo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;De todas as iniciativas, talvez aquela que mais contribuiu com a responsabilidade ambiental foram as normas da série ISSO 14000 que estabelecem procedimentos produtivos dentro de uma visão sustentável. Mais especificamente, a ISSO 14001, que caracteriza o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) vem se constituindo em um importante instrumento para empresas adequarem seus sistemas produtivos a parâmetros ecologicamente corretos. Integrando-se a estratégia central das empresas o SGA é a única norma da série que pode ser certificada, através de parâmetros que passam fazer parte das rotinas industriais. De certo que o SGA tem contribuído com resultados positivos, inclusive, em seus aspectos comerciais, pois dependendo da estrutura produtiva e de mercado, algumas às jusantes exigem esta certificação. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Deste modo, um dos fatores de inserção em cadeias produtivas passou a ser a gestão ambiental através da eliminação de desperdício, economia energética, redução de insumos, eliminação de agentes tóxicos, controle de afluentes, entre outros aspectos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;&lt;br /&gt;O SGA estabelece um processo evolutivo contínuo à questão ambiental na agenda da alta administração das empresas, levando o tema meio ambiente aos funcionários de todos os níveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto a melhoria contínua exigida pela ISSO 14001 não é garantia de aumento significativo no desempenho ambiental, pois uma empresa poderá adequar-se à norma simplesmente padronizando  um modelo de gerenciamento. Essa padronização pode fazer com que a empresa assuma como corretos procedimentos tradicionais, de baixo desempenho ambiental, sem qualquer abordagem de Produção Limpa, por esse motivo deve se constantemente revista. O SGA pode ser constituído como sistema independente, ou integrados a outros programas, como o de qualidade (ISSO 9000), objetivando a hiper-eficiência produtiva. Mas recentemente, o Environmental Protection Agency – EPA apresentou uma proposta que evolui na adoção da “produção limpa” e na “ecoinovação”. A gestão ambiental deve contribuir, não apenas para a redução e controle de agentes poluidores, mas concentrar-se no uso de materiais, processos ou práticas que eliminem a geração de agentes nocivos e/ou impactantes ao ambiente. Portanto, a estratégia ambiental pressupõe a adoção da gestão hiper-eficiente, onde a principal mudança de paradigma esta na capacidade de relacionamento ambiental apoiado nos pontos de vista econômico, ambiental e social.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;font-family:arial;" &gt;Responsabilidade Social&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;font-family:arial;" &gt; (Geração de recursos):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Investimentos em tecnologia da informação e comunicação; Formação de capital humano e geração de conhecimentos; Considerar questões sócio-econômicas (inclusão econômica); Formação de parcerias com jusantes e montantes; Fortalecimento de marcas; Implementação de rede de distribuição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;font-family:arial;" &gt;Responsabilidade Ambiental&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: bold;font-family:arial;" &gt; (Hiper-eficiência tecnológica):&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Racionalização da produção e redução de desperdícios internos; Redução de insumos básicos e secundários; Certificação de qualidade do produto e do processo, Aproximação com clientes industriais e finais; Adoção de política de inovação tecnológica de produto; Implantação de novas tecnologias; Aumento de rentabilidade do processo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Fonte: MIG - Revista científica de Design.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-3209359418186906602?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/3209359418186906602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/responsabilidade-ambiental.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/3209359418186906602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/3209359418186906602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/responsabilidade-ambiental.html' title='Responsabilidade ambiental'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-5296563340617495637</id><published>2009-09-15T16:50:00.004-03:00</published><updated>2009-09-15T16:56:19.785-03:00</updated><title type='text'>Responsabilidade social</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:arial;" &gt;Os temas referentes às questões sociais são relacionados às responsabilidades governamentais como seus principais articuladores. Com o crescimento populacional e o distanciamento dos indivíduos dos poderes centrais, as sociedades passaram a constituir novos arranjos ou agrupamentos sociais, seja por conveniência ou por atribuição, como forma de conquistas de bem estar. Associações de moradores, cooperativas, ONGs e “grupo de amigos”, buscam estabelecer canais de comunicação com outros segmentos  sociais, visando à articulação de iniciativas e implantações de programas comunitários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:arial;" &gt;Considerando as empresas como organismos de agrupamento social institucionalizados, se afirma sua função básica de agente de desenvolvimento, por meio da produção e distribuição de bens sociais e de seu papel de gerador de culturas. Estas características sugerem uma espécie de Poder social das empresas, pois além de alterarem cenários competitivos, também influenciam cenários sociais, a partir da integração dos ambientes interno e externo. Neste sentido, os aspectos referentes à responsabilidade social, correspondem a um caminho inerente às políticas internas das empresas, sendo que apresentam uma forte ligação com o ambiente externo. De modo geral, o conceito de responsabilidade social ultrapassa o cumprimento dos deveres e obrigações das obrigações legais para transformar-se em uma nova maneira de conduzir os negócios, tornando-a parceira e co-responsável pelo desenvolvimento social e englobando diversos níveis da sociedade, constituindo-se como um processo contínuo de aprendizagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:arial;" &gt;A da Responsabilidade Social e se expressa através dos princípios e valores éticos adotados pela organização, sendo importante seguir uma linha de coerência de ações, a partir dos seguintes programas: Responsabilidade Social Corporativa, representada pelo conjunto de ações sociais (inclusões sociais, educacionais, comportamentais, etc.), visando à melhoria da qualidade de vida da comunidade em que se insere; e &lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:arial;" &gt;Responsabilidade Social Estratégica, como forma de gestão da organização capaz de estabelecer diretrizes e canais de relacionamento entre diversos agentes sociais e ambientais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 51, 102);font-family:times new roman;" &gt;Fonte: MIG - Revista científica de Design.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-5296563340617495637?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/5296563340617495637/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/responsabilidade-social.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/5296563340617495637'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/5296563340617495637'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/responsabilidade-social.html' title='Responsabilidade social'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-2103828638633908625.post-6323620108710360849</id><published>2009-09-15T16:36:00.008-03:00</published><updated>2009-09-15T17:14:03.555-03:00</updated><title type='text'>Sustentabilidade</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Segundo a Wikipédia: “sustentabilidade é um conceito sistêmico; relacionado com a continuidade dos aspectos econômicos, sociais, culturais e ambientais da sociedade humana”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Segundo Elkington (1998) é o princípio que assegura que nossas ações hoje não limitem o alcance das opções econômica, social e ambiental para as futuras gerações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Podemos dizer “na prática”, que esse conceito de sustentabilidade rep&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;resenta promover a exploração de áreas ou o uso de recursos planetários (naturais ou não) de forma a prejudicar o menos possível o equilíbrio entre o meio ambiente e as comunidades humanas e toda a biosfera que dele dependem para existir. Pode parecer um conceito difícil de ser implementado, e em muitos casos, economicamente inviável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;No entanto, não é bem assim.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Mesmo nas atividades humanas altamente impactantes no meio ambiente como a mineração; a extração vegetal, a agricultura em larga escala; a fabricação de papel e celulose e todas as outras; a aplicação de práticas sustentáveis nesses empreendimentos; revelou-se economicamente viável e em muitos deles trouxe um fôlego financeiro extra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Assim, as idéias de projetos empresariais que atendam aos parâmetros de sustentabilidade, começaram a multiplicar-se e a espalhar-se por vários lugares antes degradados do planeta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Muitas comunidades que antes viviam sofrendo com doenças de todo tipo; provocadas por indústrias poluidoras instaladas em suas vizinhanças viram sua qualidade de vida ser gradativamente recuperada e melhorada ao longo do desenvolvimento desses projetos sustentáveis. Da mesma forma, áreas que antes eram consideradas meramente extrativistas e que estavam condenadas ao extermínio por práticas predatórias, hoje têm uma grande chance de se recuperarem após a adoção de projetos de exploração com fundamentos sólidos na sustentabilidade e na viabilidade de uma exploração não predatória dos recursos disponíveis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Da mesma forma, cuidando para que o envolvimento das comunidades viventes nessas regiões seja total e que elas ganhem algo com isso; todos ganham e cuidam para que os projetos atinjam o sucesso esperado.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;A exploração e a extração de recursos com mais eficiência e com a garantia da possibilidade de recuperação das áreas degradadas é a chave para que a sustentabilidade seja uma prática exitosa e aplicada com muito mais freqüência aos grandes empreendimentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preencher as necessidades humanas de recursos naturais e garantir a continuidade da biodiversidade local; além de manter, ou melhorar, a qualidade de vida das comunidades inclusas na área de extração desses recursos é um desafio permanente que deve ser vencido dia a dia. A seriedade e o acompanhamento das autoridades e entidades ambientais, bem como assegurar instrumentos fiscalizatórios e punitivos eficientes, darão ao conceito de sustentabilidade uma forma e um poder agregador de idéias e formador de opiniões ainda muito maior do que já existe nos dias atuais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;De uma forma simples, pode-se afirmar que garantir a sustentabilidade de um projeto ou de uma região determinada; é dar garantias de que mesmo explorada essa área continuará a prover recursos e bem estar econômico e social para as comunidades que nela vivem por muitas e muitas gerações. Mantendo a força vital e a capacidade de regenerar-se mesmo diante da ação contínua e da presença atuante da mão humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;Fonte: www.atitudessustentaveis.com.br&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);font-family:arial;" &gt;ELKINGTON, John. Cannabals with forks: The Triple Bottom Line of 21st Century Business. New Society Publishers. Gabriola Island BC: Canada, 1998. 407 p.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2103828638633908625-6323620108710360849?l=mundoedesign.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://mundoedesign.blogspot.com/feeds/6323620108710360849/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/sustentabilidade.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/6323620108710360849'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/2103828638633908625/posts/default/6323620108710360849'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://mundoedesign.blogspot.com/2009/09/sustentabilidade.html' title='Sustentabilidade'/><author><name>Áli Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/09014251985636118693</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='27' src='http://4.bp.blogspot.com/_v5zxWRq53pM/SrEMrhPK0mI/AAAAAAAAABI/8r1YIfFRJmU/S220/clareamento.3jpg.jpg.bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
